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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

OE 2012 para as autarquias

"Nas alterações propostas sobre a administração local, o governo dá com uma mão, mas retira com outra. Primeiro o executivo recua nos limites de endividamento às autarquias em relação à proposta inicial – mantém o limite de 125% das receitas – e cede às câmaras dando a possibilidade de recrutamento de funcionários com a autorização das Finanças. Depois dá-lhes um amargo de boca: as autarquias que tenham mantido ou aumentado o número de funcionários desde o final de 2008 vão ser obrigadas a reduzir em 3% o número de trabalhadores no próximo ano, as restantes têm de reduzir apenas 1%. Além disso o Estado pode reter parcelas das transferências para as câmaras para garantir o pagamento de dívidas junto a entidades gestoras de sistemas multimunicipais de águas, saneamento e resíduos." in Ionline

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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Está ai a reforma do poder autárquico

"A proposta do Governo é que os 308 municípios portugueses passem a eleger menos 618 vereadores, passando dos actuais 1.770 para 1.152. Já os vereadores "em regime de permanência" (que exercem o cargo a tempo inteiro) passariam de 836 para 576 (menos 260).

Assim, Lisboa e Porto passariam a eleger 12 e 10 vereadores, contra os actuais 16 e 12, respectivamente. Depois, municípios com 100.000 ou mais eleitores elegeriam oito vereadores; com 50.000 a 100.000 eleitores seis vereadores; 10.000 a 50.000 eleitores quatro vereadores; até 10.000 eleitores dois vereadores.

O documento propõe ainda a redução dos dirigentes municipais para cerca de metade. Assim, passaria a haver menos 1.642 dirigentes municipais, o que corresponde a uma redução de 52 por cento.

O documento impõe também a redução do número de freguesias e de empresas municipais, prevendo também a revisão do modelo de financiamento e incentivos à agregação de municípios.

A proposta hoje apresentada pelo primeiro-ministro estabelece quatro áreas de intervenção para a tutela: o sector empresarial local, a organização do território, a gestão municipal, intermunicipal e o financiamento e a democracia local.

No sector empresarial o governo pretende racionalizar, reduzindo o número de entidades. No que respeita à lei das finanças locais, o Executivo pretende criar um grupo de trabalho que venha a rever o modelo de financiamento
.
" in P


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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Só?

340 salários cortados em empresas municipais


As empresas municipais, como toda a gente sabe, são administração autárquica paralela. São uma duplicação de serviços municipais que oneram as câmaras. Em muitos casos, paralelamente, aumentam os recursos humanos e escondem divida (aquilo a que agora se chamam os esqueletos no armário). Têm um equivalente nas empresas públicas para o governo central. Portanto, o exemplo vem de cima, e assim, entrou a troika.

Porque se fazem? para fugir ao controle do tribunal de contas e a alguma legislação que as torna mais flexíveis na gestão de recursos, o que é impossível a uma câmara.

As câmaras têm culpa? de certa forma não. A culpa é do legislador que permite este estado de coisas. Os municípios fazem o que podem para fugir à burocracia, sendo que também há maus exemplos na constituição de empresas municipais.

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segunda-feira, 8 de março de 2010

Os ninhos do PS

Os vereadores do PS na Câmara votaram contra as grandes opções do plano. Entre outras suas razões, referiram que não existia uma paixão, um desígnio, tão caro à propaganda socialista. Lembro-me que uma das suas bandeiras foi a economia, matéria da qual, eu ainda não encontrei instrumentos suficientes no âmbito de uma qualquer desconcentração e muito menos descentralização.

A proposta de Renato Matos passaria pela criação de um ninho de empresas. Ora o objectivo sendo bom – criação de empresas – apresenta-se numa proposta algo inconsistente. Os ninhos, apareceriam assim tal qual o senhor no monte das oliveiras, atraindo a ternura dos fieis sem grande concretização, numa profissão de fé. Isto não é novo, de resto o ministério da economia de quando em vez manda assim destes déjá vus de incubadoras de empresas. Claro está que o ME tem meios que um município só poderia fingir que tem.

Ora as incubaras, os ninhos, ou lá como queiram chamar, necessitam de um conjunto de condições:
- Um plano sócio-económico que identifique potencialidades endógenas e endémicas
- massa critica, now-how, geralmente associado a universidades
- Capital de risco
- E depois de um conjunto de condições institucionais relacionados com infra-estruturas e burocracia.
Pois como está bom de ver neste pequeno mote, a coisa é um pouco mais complexa do que o apregoado pelos socialistas.

Pois não basta andar na politica do anuncio, é necessário estar no país real.
Post Scriptum: A politica do anuncio, neste governo, tem tido vários episodeos que variam entre o ridículo e o negro. O último é tão só o TGV a ferro e fogo, que afinal com o PEC já foi ao ar. Isso não é mau, e era certo, pena é so ter sido reconhecido agora, contra cinco anos de propaganda. Quem avisou nestes cinco anos para os problemas:
- Da claustrofobia democrática?
- Do endividamento externo já em 100% do PIB?
- Do artificialismo do défice?
- Da necessidade da economia ser alavancada em PMEs dedicadas à exportação?
- etc
Os portugueses gostam de ser enganados!

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Onde é que o PS propõe cortar?

Hoje foi votado em reunião de câmara o valor do IMI. Manteve-se o valor de 0,4% sob proposta do PSD, o Dr Serrano absteve-se e o PS votou contra, com base na sua proposta de 0,37%.
Os socialistas alegam que o orçamento poderia ser equilibrado depois, cortando nas despesas correntes. Falta no entanto esclarecer, em quais despesas correntes pensam cortar, ou talvez quem se pode despedir. É que estas contas, na realidade, são mais complicadas.
(...)
Hoje confirmou-se aquilo que muitos sectores da sociedade já tinham alertado: o desemprego está nos 10% e o real claramente ultrapassa este valor. A Srª Ministra do Trabalho pelos vistos veio ao engano, já que referiu ser isto" totalmente inesperado ". Isto leva-nos para aquela discussão doutrinária de base real, que de quando em vez anda na espuma dos dias: os governos do socialistas são um rasto de despesismo e falência económica.
REFORÇANDO A IDEIA:
" Entre 2011 e 2017, Portugal vai ser a segunda economia da OCDE com pior crescimento
A OCDE voltou hoje a apelar à implementação de reformas estruturais para aumentar o potencial de crescimento da economia portuguesa. É que, de acordo com as projecções hoje divulgadas pela instituição sedeada em Paris, Portugal será o segundo país da OCDE com menor crescimento entre 2011 e 2017"
IN JNeg.
Vou esperar que o governo também cite este estudo. Este pelo menos é da OCDE made in OCDE!!!

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

SOL NA EIRA E CHUVA NO NABAL

Há muito que nos habitámos à imoralidade que são os valores envolvidos no sector do futebol. Frequentemente se esgrimem os comentários a favor, assentes nas leis do mercado. Acontece que o mercado tem funcionado mal e quando os clubes lucram são privados, quando têm prejuízos, procuram a mão do sector público. Portanto, nestas condições, não há mercado a funcionar.
Somos um pais pródigo nesta realidade. Clubes falidos, perdões fiscais, estádios por pagar e às moscas. Veja-se o estádio de Aveiro: o que fazer com o mamarracho? há câmaras que se endividaram para construir estas aberrações faraónicas, num país com 2 000 000 de pobres: isto é próprio de países com democracias duvidosas, suspeitas, lá p´rás bandas da América do Sul.
Um caso paradigmático, é um clube lá para os lados da Av. da Boavista, em que o imobiliário pressupostamente pagaria um estádio e deixaria o clube de boa saúde financeira, mas, a estória, está a acabar mal.

As crises têm este aspecto positivo, estouram, expurgam, emagrecem e reestruturam os sistemas, e a actual, originaria no sub-prime americano em 2007, continua a fazer estragos e a dar-nos bons exemplos do que não se deve fazer, como se tem visto, até com risco para as comunidades e bem comum.

Aqui pelas terras baixas de varazim, adoptou-se uma solução semelhante, o qual não me arrepia nada, mas, é necessário equacionar se o novo modelo a seguir é viável, ou então, estaremos próximamente a assistir na caça às bruxas no Varzim.


Macedo Vieira falou recentemente do assunto à ROV, referindo que "erros do passado não foram corrigidos" e "antevendo um futuro pouco auspicioso para o clube". Ora bem, alguns poveiros não podem criticar a autarquia em abstracto, por hipotética má gestão dos dinheiros públicos, e depois virem exigir ao municipio que arranje dinheiro dos contribuintes para pagar futebol profissional.


É quase uma lei de vida, que os pequenos seguem os grandes, e não raro, é ver pequenas associações locais, a colocarem-se em bicos de pés, exigindo mundos e fundos às autarquias, pois os mecenas públicos estão nas "lonas". Os 34 anos de democracia não foram suficientes para incutir uma noção de estado, e acima de tudo do seu financiamento.


As pequenas colectividades e os pequenos clubes, têm de se consciencializar que a sua função é social, amadora e não profissional. O objectivo deve ser a dinamização desportiva das comunidades onde se inserem, e não, por via do arrastamento de rivalidades bairristas e pequenas vaidades, enveredarem em grandezas despesistas, que causam a ruína das associações e colectividades. É necessário assentar os pés na realidade.


É necessário bom senso, para não perder de vista as prioridades do desenvolvimento, quando ainda falta fazer tanta coisa essencial e básica ao bem estar das populações.

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domingo, 1 de novembro de 2009

Augusto Moreira Empossado Presidente da Junta de Argivai

Augusto Moreira foi este Sábado empossado Presidente da Junta de Freguesia de Argivai, numa cerimónia de sala cheia que contou com a presença de Luis Diamantino, Afonso Oliveira, Andreia Silva e Luis Gamito, do PSD, os três primeiros, vereadores eleitos para a Câmara, o quarto residente em Argivai e eleito para a Assembleia Municipal.
A armada socialista esteve presente em peso, associando-se a este grande momento cívico de Argivai, valorizando assim, a vitória de Augusto Moreira nestas eleições, inequivocamente o candidato melhor colocado para desenvolver esta terra.
O CDS também fez questão de vir cumprimentar Augusto Moreira na pessoa de Quintas Serrano, com a simpatia que se lhe conhece.
A Junta terá uma maioria PSD, liderada por Augusto Moreira. O Secretário será o Sr. Domingos Silva da lista independente e o Tesoureiro será o Sr. António Luis do PSD. A Assembleia será dirigida pelo Sr. Américo da lista independente e terá como 1º Secretário a Srª Elisabete do PSD, o 2º Secretário será a Srª Sandrine da lista independente.
Foi então este o acordo pós-eleitoral que o PSD fez com a lista independente para uma governação de estabilidade em Argivai. Isto demonstra responsabilidade e sensatez de Augusto Moreira, que assim coloca Argivai em primeiro lugar, convidando independentes despidos de jogos partidários, a serem parte activa no governo da freguesia. O Presidente dá assim um bom sinal demonstrando capacidade de abertura e diálogo para receber contributos da sociedade Argivaense.
Parabéns aos novos titulares empossados na Autarquia de Argivai.


Post Scrpt.: Desculpai mas tinha que desabafar:

VIVAAAAAAAAAAAAAAAA O BRAGA

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sábado, 31 de outubro de 2009

Vieira empossado para mais quatro anos de pés assentes no chão

Os órgãos da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim foram instalados esta Quarta-Feira, num acto oficial de pontualidade britânica, que teve inicio pelas 18 horas. Destaco o pragmatismo de Macedo Vieira sobre o que foram os últimos quatro anos, para si o melhor mandato, pelas infra-estruturas que marcarão o Município nos próximos 50 anos. Obras que provocaram desgaste politico, mas que certamente, com algum distanciamento, terão brevemente uma aclamação unânime. O tempo é bom nestas coisas.
O executivo, goste-se ou não do estilo e do corte, é competente e tem provas dadas. Apenas esta referencia: a Póvoa ao contrário da Vila, tem uma rede de água potável e saneamento, que está paga e pertence a todos nós. Sabem quantos milhões vale a infra-estrutura que a Vila Socialista já alienou?

Quanto à Assembleia, algo renovada, mas quer-me parecer que da parte do PSD dará boa réplica.

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sábado, 24 de outubro de 2009

Coisas de jornais

A Voz da Póvoa neste artigo tenta um pseudo-furo jornalistico. Terá contactado a UEA, o PS e o PSD, a saber novas, e isso é louvável, porém, a citada resposta de Augusto Moreira não é exacta e foi deturpada, como qualquer mente com mais de um palmo pode calcular.
Augusto e o PSD não fazem acordos pelos jornais e se os houvesse, seria deselegante e contra producente esse tipo de atitudes.
É dar o devido desconto: coisas de jornais!

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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O PSD GANHOU AS ELEIÇÕES


O PSD ganhou as eleições na Póvoa de Varzim, mais uma vez, com maioria absoluta na Câmara . O PSD ganhou as eleições em Argivai com maioria relativa.
Em Argivai, o eleitorado escolheu Augusto Moreira, que se candidatou pela primeira vez apoiado pelo PSD, para governar a Junta. Foi uma disputa difícil, mas o PSD fez uma campanha competente e limpa, e ganhou as eleições. Vale a pena ser competente e honesto na postura, nas práticas, nas acções...



O eleitorado deixou no entanto um aviso, que nem tudo teria sido pelo melhor nos últimos quatro anos. O eleitorado disse que era necessário melhorar algumas politicas. Esta nova equipa do PSD em Argivai já tinha percebido isso e está preparada para desenvolver novas politicas adequadas a este tempo, pró-activamente sociais: dirigidas às dificuldades sócio-económicas das pessoas, às necessidades das jovens famílias com filhos, aos idosos com baixos rendimentos e em solidão, pela recuperação e preservação de património cultural e construído, pela dinamização desportiva com objectivos na saúde. Augusto Moreira está consciente que é preciso melhorar e trabalhar agora a área social.

Sem maioria absoluta, Augusto Moreira terá de ser dialogante, tarefa para a qual está talhado e é a sua prática corrente, sendo de resto fácil esse diálogo, pois o programa do PSD é bom, tem muitas propostas consensuais. Cabe agora aos outros partidos a responsabilidade do mesmo diálogo e a viabilidade de uma governação que desenvolva Argivai e honre os Argivaenses. Passemos a ser noticia pelas boas razões.

Neste novo ciclo, todos têm de perceber, que apesar das opções politicas legitimas que se tomarem, terá de haver da parte de todos respeito por elas, sob risco de este novo mandato começar inquinado, logo, responsabilidade, ponderação e serviço público é o que se pede a todos.

Era minha intenção, no final da campanha, fazer algumas considerações sobre aquilo que considero terem sido más acções e práticas de campanha. Mas, pelo menos por agora não o farei, porque a frio, creio que todos conseguirão concluir aquilo que poderá ter sido errado e que os meios não devem justificar os fins, ainda mais quando os próprios meios, são uma contradição dos fins. Quero assim contribuir para um ambiente sereno e construtivo.

Argivai merece!

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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

PORQUE VOTO EM AUGUSTO MOREIRA

- É um homem forjado entre os Argivaienses, foi escolhido pelos Argivaienses, não foi imposto por ninguém, é um candidato natural, que actualmente tem forte apoio de muitos Socialistas e até de gente que se diz da UEA .

- É um homem da sociedade civil, um empresário de sucesso, habituado à gestão de pessoas, de bens, de dinheiro, com enormes competências que aplicará ao serviço da Junta.
- Tem um programa eleitoral completo, consistente, objectivo, e o mais importante de tudo, é concretizavel. Muitas propostas já estão em andamento, quer o projecto quer o financiamento.
- É um homem com uma enorme rede de ligações sociais e económicas na sociedade poveira, que beneficiará concerteza a resolução de muitos problemas na Junta de Argivai. Ainda recentemente enquanto cidadão, conseguiu desbloquear a iluminação de algumas ruas em Argivai. Como disse o próprio em 5 de Outubro, não ofereceu sardinhadas nem música, mas já está a trabalhar a sério para a Freguesia. Mais vos digo, que não fez mais, para não ferir susceptibilidades. A seu tempo fará. Se ganhar a Junta, até Dezembro, haverá imediatamente benfeitorias a olhos vistos em Argivai. Peço imensa desculpa aos outros candidatos, mas não há comparação possível.
- Quem conhece o Sr. Augusto, sabe da sua simpatia, do seu carácter, dos seus valores. É um homem de consensos, habituado a negociar, capaz de soluções com parceiros difíceis. É fácil trabalhar com o Augusto. Ele torna simples o que parece difícil. Já agora, sobre a Casa Paroquial, as condições da catequese, o arranjo da Igreja - um caso paradigmatico de negociação com o Senhor Padre - só Augusto Moreira poderá desatar este nó, quer pela pessoa que é, quer pelas boas relações que mantém com o pároco, aliás, ultimamente, subentende-se claramente pelas palavras do Senhor Padre, que Augusto Moreira é o seu eleito para a Junta, residindo ai toda a sua esperança de ver todos os problemas resolvidos. (para as más línguas, que fique claro que a casa paroquial é e será património da freguesia)
- Augusto Moreira é um homem já com reconhecida afirmação social e económica em Argivai e na Póvoa de Varzim. A presidência da Junta não lhe acrescenta nada. O que faz é pela freguesia. Um homem como o Augusto, apoiado pela sua equipa de gente experiente em várias áreas, com o apoio de uma futura autarquia também PSD, trará para Argivai um ciclo de desenvolvimento nunca antes visto. É este o medo da oposição, mas meus amigos, Argivai está primeiro que as ambições pessoais e partidárias de alguns, e por isso, o apoio forte mas discreto dos Argivaenses tem sido uma constante.
Tenho muito orgulho de morar numa terra, onde há homens da craveira de Augusto Moreira. O seu exemplo é uma motivação para todos fazermos mais por esta terra. E concerteza faremos, aliás, como já estamos a fazer. No dia 11 de Outubro, Argivai votará em Força em Augusto Moreira apoiado pelo PSD, porque esta candidatura coloca as pessoas em primeiro lugar.
Post Scrip.- Um Grande abraço a todos os amigos da diáspora migratória que seguem este blog e têm enviado saudações para a candidatura de Augusto Moreira. É de facto recompensador, receber os vossos emails. Muito Obrigado.


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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

A politiquice na qualidade das praias

"ACTA N.º 14/09 - ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DA PÓVOA DE VARZIM DE 6 DE JULHO DE 2009
Ponto 8 - DECLARAÇÃO POLÍTICA APRESENTADA PELO PRESIDENTE DA CÂMARA E PELOS VEREADORES ELEITOS PELOPARTIDO SOCIAL DEMOCRATA
Pelo Presidente da Câmara e pelos Vereadores eleitos pelo Partido Social Democrata foi apresentada aseguinte Declaração Política:
As últimas épocas balneares foram marcadas, na Póvoa de Varzim, pela saga da Salmonella, uma bactéria que, atraída pela fama das nossas águas, se lembrou de vir a banhos nas praias mais a norte,afugentando a concorrência dos humanos. A chegada da Salmonella, solenemente anunciada pela diligente Autoridade Local de Saúde, teve na comunicação social (televisões e jornais) a amplificação sensacionalista que a raridade do evento justificava. E ninguém, com medo do bicho, se atrevia a perguntar-lhe por que aparecia aqui, e não mais a sul, nem mais a norte, onde as condições deacolhimento eram igualmente favoráveis. Era tudo mérito – dizia-se – da atenta e preocupada Autoridade Local de Saúde e do seu acrisolado amor à saúde dos autóctones e atrevidos visitantes. O mérito da visita da Salmonella só não foi um exclusivo dessa diligente técnica de saúde pública porque uma conhecida confraria política (o Partido Socialista, que alberga um denominado Grupo de Reflexão para a Saúde, constituído por eminentes autoridades em matéria epidemiológica), se encarregou de converter a ocorrência, sanitariamente irrelevante, no que ela, essencialmente, era: um pretexto para combater partidariamente a gestão do município. Com isso, e porque, nessa estratégia, o Partido Socialista contou com a cobertura mediática que é própria da silly season, pouco o apoquentou a circunstância de afugentar da cidade inúmeros banhistas – cuja presença era, por tradição, o ganha-pão da fileira da economia local associada à actividade balnear e ao turismo. Na cegueira desse combate, tudo valia: o interesse da cidade – da sua economia, da sua imagem – era coisa menor, face à obsessão do objectivo político em vista. De nada valeu, nesta peleja, o Presidente da Câmara ter apelado ao bom-senso de quem, exercia (exerce) o cargo de Autoridade Local de Saúde e do principal partido da oposição. E, como nos parecia evidente, mas só agora oficialmente confirmámos, à leviandade de quem semeou o alarmismo acrescenta-se a circunstância (nada despicienda) de ser tecnicamente ignorante. Nem de propósito, chega a esta Câmara, proveniente da Direcção-Geral de Saúde e assinada pelo próprio Director-Geral, a Circular Normativa nº06/DA, de 04-06.09, relativa a “Execução do Programa de Vigilância Sanitária das Zonas Balneares Costeiras e de Transição”, a qual, no seu ponto 3.1 (“Parâmetros”), diz, textualmente: “De acordo com as orientações da Organização Mundial de Saúde, não e justificável a pesquisa de Salmonella em águas costeiras. Vários estudos realizados sugerem que, até ao momento, não existem dados epidemiológicos que suportem a implicação directa da presença de Salmonella na água de mar na saúde dos utilizadores. Por outro lado, é pouco provável que a sua presença na água do mar contribua de forma significativa para a transmissão de doença através do uso recreativo da água, devido à sua baixa infectividade e presença relativamente reduzida em águas residuais, o que, quando associado à sua rápida inactividade em águas de mar, determina uma viabilidade biológica limitada”. Ou seja, estas orientações, além de prescreverem o que nos parecia sensato, datam, já, de há 6 anos. O que significa ignorância técnica, ou - pior que isso, mas hipótese plausível – uma actuação intencionalmente isolada, circunstância que explicaria a excepção que a Póvoa de Varzim constituiu, nesta matéria, na região. Uma certeza temos: o comportamento do Partido Socialista da Póvoa de Varzim acarretou incalculáveis prejuízos para a economia da cidade e para a sua imagem enquanto destino balnear, e evidenciou irresponsabilidade que não pode ficar sem o devido julgamento político. O caso é tão evidente quanto é certo que, nesta matéria, os demais partidos daoposição souberam, responsavelmente, conter-se.” -------------------------------------------"
Quanto à Sra Delegada de Saúde citando a acta: "O que significa ignorância técnica, ou - pior que isso, mas hipótese plausível – uma actuação intencionalmente isolada, circunstância que explicaria a excepção que a Póvoade Varzim constituiu, nesta matéria, na região"

Quanto ao PS citando a acta: " Uma certeza temos: o comportamento do Partido Socialista da Póvoa de Varzim acarretou incalculáveis prejuízos para a economia da cidade e para a sua imagem enquanto destino balnear, e evidenciou irresponsabilidade que não pode ficar sem o devido julgamento político. O caso é tão evidente quanto é certo que, nesta matéria, os demais partidos da oposição souberam, responsavelmente, conter-se."-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Refere o blog Póvoa 2010:

"Surpresa! Ranking qualidade de águas balneares
Surpreendido? pois! Deve ser bairrismo meu, ou não. São dados retirados das classificações das praias da própria Administração da Região Hidrográfica do Norte. As percentagens referem-se ao número de praias boas, más ou razoáveis.
Ranking de qualidade balnear

1-Caminha BOA -100%
1-Espinho BOA -100%
1-Póvoa de Varzim BOA - 100%
1-Viana do Castelo BOA - 100%
5-Matosinhos BOA-71% RAZOÁVEL-29%
6-Esposende BOA-40% RAZOÁVEL-60%
7-Porto BOA-25% RAZOÁVEL-75%
8-V.N.Gaia BOA-90% RAZOÁVEL-5% MÁ-5%
9-Vila do Conde BOA-0% RAZOÁVEL-67% MÁ-23%" do blog Póvoa 2010


Este ranking não me surpreende. Ontem em conversa com um familiar (médica de profissão) comentei o assunto, já que esta, aluga barraca na praia em frente ao passeio alegre. Disse-me que tem acompanhado, por estes dias, as analises fixadas no concessionário, estando dentro dos parâmetros. Aliás, as praias têm estado cheias. Pelos vistos só uma certa oposição será iluminada: espero que as candeias cheguem no dia 11 de Outubro.
Havendo pouca matéria na critica ao executivo, tudo serve, nem que para isso se possa criar alarme social e consequências económicas.
PScr: Em virtude de alguns emails que recebi, onde se colocava em questão a verdade dos factos, optei por melhorar o POST, em que troco as minhas considerações pela acta da Assembleia Municipal, onde, apesar da carga irónica, está claro o comportamento da Sra Delegada de Saúde e do PS. Agora, perante a verdade dos factos, são os eleitores que têm de ajuizar em consciência.
Por fim aqui estão as analises da água em 2009 para aclamar alguns e desfazer equívocos de outros. E agora vamos a banhos na Póvoa, que no Algarve apanha-se a gripe suína.

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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Mandatário de R.Matos dá umas no cravo e outras na ferradura.

Renato Matos escolhe o Professor Luís Gonzaga Castro (LGC) para seu mandatário. Apesar disso o senhor lá foi dizendo: _"que existem sempre determinados aspectos positivos na acção de qualquer executivo, acrescenta ainda que a Póvoa, desde há muitos anos, está um pouco estagnada”, sendo certo que “em vez de pensar na execução de algumas obras, o executivo deveria voltar-se para as pessoas”.
Da primeira afirmação percebe-se que LGC reconhece obra feita na Póvoa, embora não se possa alargar em elogios, pois ficaria mal ao anfitrião.
Depois refere que a Povoa estagnou, que há muita obras, que as pessoas foram ignoradas?
Gostava de lhe perguntar se:
-um parque da cidade,
- um lote de equipamentos desportivos variado que atrai competições internacionais e serve muita população,
- a requalificação de áreas pedonais e a primazia do peão em detrimento do automóvel,
- uma dinâmica invejável em eventos desportivos e culturais,
- o desbloqueio da situação do cine-teatro Garrett com vista à sua recuperação, etc...
não são obras e iniciativas para as pessoas, verdadeiros catalizadores sociais e cosmopolitas?

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sábado, 6 de junho de 2009

CAPA DO SOL: Europeias e a questão da água

Sobre as europeias internamente, já tinha tratado o assunto aqui

Sobre o titulo " Preço da água tem de aumentar 15 vezes", depois do Expresso há umas semanas, o SOL volta agora ao assunto.
O PS tem usado a questão como critica ao executivo camarário, o que eu considero pouco prudente. A CMPV tem feito actualização tarifária enquanto outros concelhos não. E vão ter de o fazer. Os que não o fazem estão a cavar um buraco financeiro pelo menos até às autárquicas e os munícipes vão ter de o pagar de qualquer forma. Isto vai se saber em breve e será desagradável para a oposição que tem construído todo um discurso politico com base numa mistificação.

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