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sexta-feira, 19 de março de 2010

Notas da semana

O congresso do PSD já la vai. O partido mexeu, está vivo e imperfeito, é um partido de humanos. A rolha já tem promessa feita e ainda deu para as garrafas do PS que andam sem gás.
O PEC tem dado conta da semana. A esquerda foi a primeira a "miar". Depois apareceu o Dr Soares a mandar uns recados sobre privatizações de empresas que dão lucro e Marques Mendes disse que o socialismo foi de novo para a gaveta. Até ministros da ala esquerda como Vieira da Silva franziram o sobrolho e muitos deputados socialistas vociferaram, em surdina, claro, porque no PS a rolha leva azeite. Também João Cravinho saiu da prateleira para dizer que Portas andava a dar lições de socialismo a Sócrates, e inevitavelmente Alegre também soltou uns versos num piscar de olho presidencial, que deixou os soaristas verdes. Os burocratas por essa Europa fora la foram dizendo que o PEC era mesmo de emagrecimento, porque de crescimento ninguém quer saber, isso é coisa de gente rica: Alemães, Franceses, desde que a maltrapilhegem do Sul não afunde o Euro, é quanto baste.
Pela Póvoa PS e PSD, ultimam candidaturas às comissões politicas. No PSD não há novidade, casa arrumada e estratégia definida. No PS, Renato Matos procura colocar "alguém de mão" à frente da secção, para se poder lançar em vôs maiores, porque a província já não lhe enche as medidas, no entanto, convém um pé fora e outro dentro. Os históricos vêem aqui uma oportunidade e toca a tirar a viola do saco. Vamos ver quem toca a melhor música.
O governo voltou à carga com as portagens na A28, o PC apareceu logo pr´á foto, e Renato Matos a reboque recolhendo umas migalhas. O nosso presidente é que não foi de modas e não muda a letra ao contrário de outros, e lá disse " se todos os outros pagarem pr´ó esforço nacional nós também pagaremos" - óbvio!
Aqui em Argivai, Augusto Moreira vai "governando o povo", contando-se já dezenas de intervenções na melhoria do espaço público que têm agradado à população. A dinamização social continua e este fim de semana, no Domingo às 21H, haverá concerto coral na igreja matriz. No próximo fim de semana, será o aniversário da freguesia, que o Presidente resolveu comemorar, começando logo na sexta-feira com uma sessão solene às 21h.

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Desejo a todos um Natal Feliz. Que o espírito da quadra nos torne mais solidários com o próximo. Mas não fiquemos por ai, só pela caridadezinha p´rá fotografia: aqueles que têm poder para efectivamente tornar melhor o território e a sociedade em que vivemos, que o façam.
Neste momento difícil para quase todos, fazer o Natal é trazer esperança às pessoas através das acções.
Feliz Natal!

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À memoria de Lino Araújo

Faleceu, esta madrugada, o Presidente da Junta de Freguesia de Balasar, Lino Araújo, aos 51 anos, vítima de doença prolongada.

Vi-o pela última vez na sua apresentação de candidatura à junta de Balazar(freguesia onde desde 1993 ganhou todas as disputas eleitorais pelo PSD sempre com maioria). Foi um momento comovente, porque aquele homem, com a vida por um fio, dava ali uma lição de vida, com uma determinação meta-física, levaria o serviço público até ao fim.

A minha homenagem.

As cerimónias fúnebres terão lugar amanhã, dia 24, pelas 15h00. O corpo estará em câmara ardente das 12h00 às 15h00 no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Balasar, seguindo depois em cortejo para a Igreja Paroquial, para a missa de corpo presente.

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

VARZIM: Passo maior que a perna

Há vários ditados populares para a situação em que os gastos são maiores que os proveitos, nas famílias, nas empresas, no estado, nas associações, etc.
Continua a provocar-me uma certa incomodidade, o que se passa nos futebois deste país, no qual se inclui o Varzim. Os recentes episódios de falta de dinheiro e degradação do estádio (cuja resposta será concerteza uma catedral à boa maneira portuga), dão-nos uma péssima imagem como comunidade, já para não falar de uma ética social.
Já me refiri ao tema outras vezes. O estado investiu milhões em estádios, mas por aqui falta-nos um hospital. Em época de crise, continua o município a tapar buracos no clube - se não cai o Carmo e a Trindade - quando a crise sócio-económica também atinge os Poveiros. Isto não é um mal local, isto é um problema cultural/civilizacional do suposto novo-riquismo do Portugal pós 25 Abril.
Infelizmente vamos amargar isto mais tarde, pior do que isso, a factura pesará nas gerações futuras

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

SOL NA EIRA E CHUVA NO NABAL

Há muito que nos habitámos à imoralidade que são os valores envolvidos no sector do futebol. Frequentemente se esgrimem os comentários a favor, assentes nas leis do mercado. Acontece que o mercado tem funcionado mal e quando os clubes lucram são privados, quando têm prejuízos, procuram a mão do sector público. Portanto, nestas condições, não há mercado a funcionar.
Somos um pais pródigo nesta realidade. Clubes falidos, perdões fiscais, estádios por pagar e às moscas. Veja-se o estádio de Aveiro: o que fazer com o mamarracho? há câmaras que se endividaram para construir estas aberrações faraónicas, num país com 2 000 000 de pobres: isto é próprio de países com democracias duvidosas, suspeitas, lá p´rás bandas da América do Sul.
Um caso paradigmático, é um clube lá para os lados da Av. da Boavista, em que o imobiliário pressupostamente pagaria um estádio e deixaria o clube de boa saúde financeira, mas, a estória, está a acabar mal.

As crises têm este aspecto positivo, estouram, expurgam, emagrecem e reestruturam os sistemas, e a actual, originaria no sub-prime americano em 2007, continua a fazer estragos e a dar-nos bons exemplos do que não se deve fazer, como se tem visto, até com risco para as comunidades e bem comum.

Aqui pelas terras baixas de varazim, adoptou-se uma solução semelhante, o qual não me arrepia nada, mas, é necessário equacionar se o novo modelo a seguir é viável, ou então, estaremos próximamente a assistir na caça às bruxas no Varzim.


Macedo Vieira falou recentemente do assunto à ROV, referindo que "erros do passado não foram corrigidos" e "antevendo um futuro pouco auspicioso para o clube". Ora bem, alguns poveiros não podem criticar a autarquia em abstracto, por hipotética má gestão dos dinheiros públicos, e depois virem exigir ao municipio que arranje dinheiro dos contribuintes para pagar futebol profissional.


É quase uma lei de vida, que os pequenos seguem os grandes, e não raro, é ver pequenas associações locais, a colocarem-se em bicos de pés, exigindo mundos e fundos às autarquias, pois os mecenas públicos estão nas "lonas". Os 34 anos de democracia não foram suficientes para incutir uma noção de estado, e acima de tudo do seu financiamento.


As pequenas colectividades e os pequenos clubes, têm de se consciencializar que a sua função é social, amadora e não profissional. O objectivo deve ser a dinamização desportiva das comunidades onde se inserem, e não, por via do arrastamento de rivalidades bairristas e pequenas vaidades, enveredarem em grandezas despesistas, que causam a ruína das associações e colectividades. É necessário assentar os pés na realidade.


É necessário bom senso, para não perder de vista as prioridades do desenvolvimento, quando ainda falta fazer tanta coisa essencial e básica ao bem estar das populações.

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domingo, 25 de outubro de 2009

PORTAGENS A28: Governo Novo, politicas velhas

Como toda a gente sabe, Lisboa superou os 70% da riqueza média da UE, significando isto que já não tem direito a fundos de Bruxelas. O Dr Rio, falou recentemente da contabilidade habilidosa feita pelo governo da republica, em que desviaria dinheiro das outras regiões, inclusive da AMP, para a AML.
O governo, depois de quebrar este principio básico de um regime centralizado, que é a subsidariedade entre regiões, prepara-se para violar o direito à privacidade dos cidadãos, colocando chips em matriculas, para já, com o objectivo primeiro das portagens automáticas, cujos porticos já funestam nas auto-estradas, inclusive a A28. Ora esta é mais uma machadada no NW Português pela oneração dos transportes, e particularmente desta via sem alternativa, retirando competitividade às empresas e baixando o já parco rendimento das famílias.
Na via do Infante que ninguém mexa, pois as elites da capital passam por lá todas as semanas, começava a sair caro. Não importa nada que saia de borla aos espanhóis e ingleses.
Vamos ver se os políticos da província, que durante as campanhas a propósito do assunto se arvoraram em Padeira de Aljubarrota, saem de novo à rua. Esperemos que sim.

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

À segunda só cai quem quer.


No dia 27 Setembro, perante a urna, não devemos esquecer o essencial: o que foram estes quatro anos de governação? é isso que está a ser julgado.

Haja memoria.
Os indicadores em Portugal nunca foram tão maus e nem todos são culpa da crise, até porque antes da crise os resultados já não eram bons. As opções estratégicas foram erradas: quem não se lembra da frase de Sócrates: “ para Espanha e em força, quando o nosso vizinho é dos mais atingidos pela crise e não puxa pela nossa economia”. Em 16 anos de governos, o PSD tem responsabilidade de dois. Na déc de 90, Guterres e o despesismo com a economia a crescer, num governo já com Sócrates, enterraram as finanças publicas. Perguntem a Silva Lopes ou Medina Carreira.
Sócrates e o PS escolheram os bancos, os monopólios, as obras faraónicas que nos endividam e não geram riqueza. O OTA defendida incompreensivelmente: Porquê? Mais uma auto-estrada no litoral: a quem interessa ou serve? O governo disponibilizou 20 000 000 000 euros aos bancos; e às PMEs? Destas últimas lembrou-se há quatro semanas. As ideias deste governo custam-nos muito caro, não criam riqueza nem emprego, hipotecam-nos o futuro. É preciso não esquecer que as grandes obras publicas de Sócrates são ganhas pelas empresas Espanholas fortemente financiadas pelo governo Espanhol.
Há coisas dificeis de compreender: o terminal de contentores em Alcântara, concessionado à Mota-Engil (administrada pelo ex-ministro socialista Jorge Coelho) sem concurso publico por 50 anos. Helicópteros vendidos ao INEM por concursos publico, mas antes do resultado uma empresa já os tinha pintados para entrega? O INEM queixou-se durante meses da falta de viaturas, hipoteticamente gente sofreu ou morreu por falta de socorro, mas a TVi descobriu dezenas delas escondidas, mudadas de sitio várias vezes, mas, continuaram guardadas à espera de um golpe eleitoral para serem entregues.
Este governo não tem consciência social. Deu-se ao desplante de aumentar os impostos aos reformados, mesmo nas pensões relativamente baixas, cortou subsídios de desemprego a trabalhadores, mas o mais grave é o esbanjamento do rendimento mínimo, onde não há controle e muitos do que o recebem estão na economia paralela. Mas não ficou por aqui, acabou com os professores do ensino especial nas escolas, aumentou a carga fiscal dos deficientes. Este governo não é socialista. Para este governo as pessoas são números, e todos tratados da mesma maneira, como na Rússia, na China, na Korea do Norte, na Venezuela, onde a pessoa humana pouco conta é apenas um individuo. Mais um exemplo disso foi o encerramento de serviços de saúde sem prévia criação de alternativas.
O maior escândalo é o que se passa na educação e apenas refiro isto: nos testes comparativos internacionais de PISA entre alunos de vários países, os resultados de Portugal continuam maus. Os alunos não sabem mais. Não se iludam, tudo propaganda e show, até uns tais estudos da OCDE que afinal que não eram da OCDE, mas uma espécie de encomenda desmascarada.
O Magalhães foi um golpe populista à Valentim Loureiro, não passou de uma distribuição de electrodomésticos, que como sempre não está pago, o ministro Lino criou uma estranha fundação onde umas empresas e o governo colocariam dinheiro sem controle do tribunal de contas para o financiamento – um esquema mal explicado, como também muito mal explicado a ausência de concurso publico para a fabricação do dito Magalhães.
O ministério da agricultura não existe. Perderam-se 40 000 000 euros sem um único projecto aprovado, uma vergonha, uma desconsideração pelo mundo rural, por milhares de famílias que vivem da lavoura. A única celeridade do ministro foi mandar para a mobilidade especial centenas de funcionários.
Este governo autoritário instalou a maior crispação social já vista em Portugal, desprezando as classes profissionais, os trabalhadores, criando maus sentimentos entre concidadãos. Colocou em risco a autoridade do estado desafiando o P.Republica sistematicamente, desautorizando os magistrados perante a sociedade no caso das férias judiciais e do recente caso da avaliação de Rui Teixeira (muito grave, Juízes nomeados pelos socialistas congelaram a avaliação de Rui Teixeira por causa do processo Casa Pia), constituindo uma inibição à independência do poder judicial.
O desprezo pelos professores, a sua humilhação publica, enfraqueceu a influência da escola na sociedade, a falta de respeito pelo trabalho, pelos saberes. Foi implantado o facilitismo, a indisciplina com um estatuto do aluno muito permissivo, manobraram-se estatísticas em prol de resultados. Um dos maiores golpes foi a obrigatoriedade das escolas oferecerem 50% de cursos profissionais, muitas sem material ou corpo docente adequado, onde se diz em off que ninguém chumba nestes cursos, contribuindo assim para o milagre estatístico do secundário. Puro eleitoralismo e propaganda que comprometerá o futuro do país.
Da asfixia democrática. O que é isso? Certamente terá a ver com a policia nos sindicatos em vespras de manifestações gigantescas contra o governo, telefonemas a jornalistas para tentar travar reportagens, de uns recados ao empresário Alexandre Relvas para ter cuidado com o que diz uma vez que tem um negócio aberto em Portugal, a conspiração luso-espanhola para o fecho do jornal nacional da TVi, a "bufaria" no aparelho de estado, o medo de falar depois do caso Charrua, emails de jornalistas de um jornal anti-sistema, que aparecem publicados noutro jornal de "favores" ao regime passando por cima da deontologia jornalística. A asfixia pode ser um conceito confuso, mas isto são factos.
Exemplos não faltam do que foram 4 anos deste governo medíocre, atentatório dos direitos, liberdades e garantias. Do que foi uma politica de má despesa, mau investimento, desemprego.

Os portugueses não se podem alhear da realidade perante 15 dias de campanha socialista de promessas, grandes festanças, ilusões, fumo. 15 dias em que Sócrates passa uma esponja no desgoverno de quatro anos e volta a prometer que agora é que vale, agora é que vai ser.

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domingo, 9 de agosto de 2009

AUTARQUICAS: Da idiotice de certos títulos.


Por principio e lógica, toda a gente gosta de votar onde reside. Obviamente há as excepções que confirmam a regra. O assunto merece tratamento, mas a apresentação dá ideia de um problema criado, quando é precisamente a solução que está em questão.
Lateralmente, há sempre aqueles eleitores que pegavam no motivo para irem ao Portugal profundo abater uns almudes às pipas e jogar um olho às matronas que não migraram, alimentando a nostalgia e o ego. Pois para esses, estas modernices foram uma chatice. Mas há opções: Entrar em acções de campanha, dedicarem-se à caça ou pesca, ingressar na Marinha, ingressar na carreira de cacheiro-viajante ou mesmo para os mais radicais, na de professor.

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sábado, 8 de agosto de 2009

Solnado bem vivo

Um dos pioneiros do humor em Portugal deixou-nos, aqui, nesta vida terrena. Não precisará de estátuas ou de lugares de estacionamento no Panteão Nacional. Continuará na memória de todos, porque a sua passagem foi genuína. Lá de onde nos observa, certamente já escreverá o guião escarnificante sobre as carpideira politicas que no dia de hoje aparecem a reclamar o seu quinhão.

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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Uma Season de Papelinhos e Neons

Há pelo menos menos duas coisas no mundo virtual que indicam a season: o baixo número de transacções na bolsa e a escassez de noticias. Destas últimas fazem manchetes os fogos, a sinistralidade dos emigrantes e alguns fait-divers políticos.

Na politica, ou melhor na justiça, o pais ficou chocado com a condenação de Isaltino. Ninguém esperava. Mas o efeito foi efémero, pois logo o senhor disse que iria recorrer e ficámos todos mais calmos com o situacionismo de sempre. Neste último capitulo, a Drª Cândida continua a não desapontar e depois de quatro anos de Free-gate congelados, já contamos com mais quatro e ... até à prescrição.

A Dr F. Leite lá anda embrulhada com as listas. Aquilo é uma maçada. Há gente que se esgadanha por uma cadeira. Como disse um amigo a semana passada:_quem nunca teve uma profissão não haveria de ser deputado, pois dispor da vida de outros sem saber o que é a própria vida só pode dar asneira. A senhora é de respeito, e é o seguro de confiança do partido, espero que baste para conter os guerrilheiros que ficarem de fora. Como dizia o zé esteves_ide-vos...

Os professores continuam a ser noticia. A classe que paga os défices do estado, nunca perdoará a sócrates nem ao PS o enxovalho público, a destruição da escola publica e a burocracia kafkiana em que o sector continua envolvido. Já agora deixem-me desmistificar uma situação: a única coisa que tem corrido bem, são os concursos feitos pela empresa ATX contratada por Maria do Carmo Seabra enquanto ministra da Educação de Santana Lopes, pois a COMPTA contratada pelo governo PS foi despedida por incapacidade técnica levando ao desespero milhares de docentes no concurso, há uns anos.

Por último uma referencia aos fait-divers aqui por Argivai. A UEA (um grupo de amigos que concorre à junta) apresentou-se. Diz o Póvoa Semanário que a festa foi "com papelotes, fumo, neons, bandeiras e focos, numa cerimónia à ‘americana’", num estilo socratista. Parece que se fartaram de dizer mal e alegam-se independentes mas com o apoio do CDS que esteve presente, declararam-se indisponíveis para colaborar com outros.
Ora quem quer um governo da junta de festa à "americana", constituindo-se como um obstáculo à governação e com uma cor politica parda, que vote na UEA.
PS: O Pacheco e Mª J. N. Pinto serão nomes de peso no parlamento. MJNP faz falta por causa das quotas da paridade, além de ser uma pessoa competente. Do Pacheco esperamos a boa retorica desarmante para a mediocridadade tecnocratista que tomou conta de certos partidos. Estou a gostar das escolhas de MFL. O Pedrinho, depois de andar cuspir no prato, espero que vá trabalhar, faz-lhe falta o calo.

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

IMAGEM DE MARCA


Diz o Sol: " O relatório final do Tribunal de Contas acusa o contrato de exploração do terminal de contentores de Alcântara de só favorecer os interesses da Liscont, a empresa do grupo Mota-Engil. O documento foi aprovado esta semana chega mesmo a dizer que o acordo é ruinoso para o Estado"

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segunda-feira, 13 de julho de 2009

ILUSIONISMOS DO RATO

"A ilusão do fim da crise é uma tentação para a propaganda eleitoral do PS " Sarsfield Cabral
PS: O governo passou a gestão dos cadernos eleitorais para uma empresa privada. Trata-se de dados que devem ser considerados quase segredo de estado e por isso devem estar somente na esfera do estado. Quem pode estar descansado com este tipo de negligência na gestão do estado, quando até dados pessoais podem circular por ai?
O Senhor S.E. Magalhães escusa de puxar da sua fluente retórica, porque até informação confidencial das policias já andou por ai aos olhos de todos, colocando a nu agentes e operações.

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sexta-feira, 3 de julho de 2009

statosquo level 6

Há aqui muita razão. O maior prejuizo já foi feito por Pino&Lino. O ultimo episódio é só a cereja no cimo do bolo. A rematar o chequezinho do Mexia p´rós futebois locais a comprar silencio. Bonito!

Com o Verão e o aumento de viagens, a propagação aumenta. Espanha, devido às sua ligações à América do Sul, é um país muito atingido e tem sido um foco contaminador importante para Portugal.
Faça férias cá dentro. Estimule a nossa economia e preserve a sua saúde.

Por muita razão que tenha, se é que a tem, não se renega a pátria. Saramago não o fez, e talvez tenha maiores motivos. O governo enterrou muito dinheiro em Belgais, que pelos vistos foi um fiasco. Será caso para perguntar se é uma renegação às origens ou uma fuga a responsabilidades?
Lá estão estes indivíduos de novo a tramar o governo, uma maçada. Noutros órgãos de informação destacou-se a qualidade da democracia. 42% diz não ter liberdade para expressar as suas opiniões.

A eurosodagem continua a chutar o PS para cima. OK. Não bastou a ultima banhada das europeias, em que foi a agência que mais errou ao inflacionar o PS. Creio que a marktest p´rá TSF já deu empate técnico com vantagem do PSD. Mas o sr Rui continua incansável.
Estas coisas têm sempre um reverso, é que estando os eleitores descontentes com o PS, perante as sondagens, podem sentir ainda mais a necessidade de reforçar o PSD.
_ Não se atrapalhe sr Rui, chegue-lhe obra que está resultando.

Quando li isto, quase que me caíram os ditos, não estivesse bem sentado. Uma figura que andou quatro anos a semear ódio na sociedade e no sector educativo, em bom português - de trombas, desestruturou e descaracterizou a profissão, criou um emaranhado legislativo desconexo e burocrático que ainda anda nos tribunais, vem agora falar de ódio desajustado. Tome la a taça para o prémio cara de pau.

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domingo, 28 de junho de 2009

INAUGURADA FASE II PARQUE DA CIDADE

No dia 27 de Junho, foi inaugurada a II Fase do Parque da Cidade a nascente, com uma área de 30 hectares, desenhada pelo arquitecto Sidónio Pardal.
A inauguração contou com a presença de representantes das cidades geminadas Montgeron e Eschborn. O Presidente do Município, Dr. Macedo Vieira presidiu à cerimónia, destacando o forte investimento do município nesta infraestrutura de lazer.
Por muitas "dores" que isto cause à oposição, Macedo Vieira e o executivo PSD, ficarão associados à revolução urbanística operada na cidade, para melhor é certo.
Apesar de tudo, a oposição até concorda com a obra feita, embora por vezes em surdina e separado o trigo do joio, o que fica de muita critica, é a falta de estacionamento livre e às fornadas. Acontece, que as cidades do séc. XXI, devem colocar o cidadão no centro da cidade, não o carro. Isto faz-se educando as pessoas e ordenando o estacionamento. Devemos atacar o problema enquanto a cidade tem pequena dimensão, dado os custos de intervenção serem directamente proporcionais ao tamanho da cidade. Obviamente que o processo é sempre acompanhado por uma politica integrada de transportes.

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sexta-feira, 26 de junho de 2009

UM POVEIRO NA PROVEDORIA DE JUSTIÇA



" Especialista em Direito Fiscal e ex-presidente do Tribunal de Contas, Alfredo José de Sousa, hoje proposto por PS e PSD para Provedor de Justiça, era actualmente Provedor do Crédito, cargo para o qual tinha sido nomeado em Abril.
Adepto da Académica de Coimbra, por cuja universidade se licenciou em Direito em 1963, Alfredo José de Sousa, 68 anos, natural da Póvoa de Varzim, tem uma carreira ligada à magistratura, passando por delegado do Procurador em várias comarcas até chegar a juiz em 1974, depois de um período de seis anos na Polícia Judiciária no Porto.
Em Outubro de 1991 foi eleito vice-presidente do Tribunal de Contas para um mandato de três anos, vindo a ser nomeado presidente em 1995, sucedendo a Sousa Franco, cumprindo dois mandatos." Lisboa, 26 Jun (Lusa)


Valeu a pena esperar por uma personalidade Poveira que dignificará o cargo.

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domingo, 14 de junho de 2009

Não chega o poder pelo poder: falta pão na mesa.

"O líder do PS e primeiro-ministro, José Sócrates, inicia amanhã uma corrida de fundo que terminará nas eleições legislativas e em que dará tudo por tudo para manter o poder levando o partido à vitória nas urnas."P


Podem-se fazer malabarismos com números, podem-se armar as barracas com efeitos especiais no milagre da multiplicação dos apoiantes, podem-se chamar os publicitários xpto do Obama.
Mas há uma coisa que os experts não estão a conseguir: pôr pão na mesa.

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

DIA DE PORTUGAL, CAMÕES E DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS

D. Afonso I, mais conhecido pelo seu nome de príncipe, Dom Afonso Henriques, (Agosto de 1109 — 6 de Dezembro de 1185) foi o primeiro rei de Portugal, conquistando a independência portuguesa em relação ao Reino de Leão em 1143 no tratado de Zamora.
Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 10 de Junho de 1580) é frequentemente considerado como o maior poeta de língua portuguesa e dos maiores da Humanidade.
As comunidades portuguesas na sua diáspora levam a nossa cultura aos cinco continentes do mundo.
Hoje honramos a nossa cultura e pensamos o país.

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sábado, 6 de junho de 2009

A POLITICA NO RIDICULO

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quinta-feira, 28 de maio de 2009

É CULPADA MAS NÃO HÁ PENA

ERC condena TVI por “desrespeito de normas ético-legais” no Jornal da Noite de sexta-feira

Eles agradecem a publicidade.

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Sobre o show de Marinho na TVI

"António Marinho Pinto está para o PS de Sócrates como o estão Vitalino Canas, Augusto Santos Silva ou Pedro Silva Pereira. É um indefectível.Tal como Sócrates, Marinho Pinto vê em tudo o que o prejudica uma urdidura de travestis do trabalho informativo. Tal como Sócrates, o Bastonário dos Advogados vê insultos nos factos com que é confrontado. E reage em disparatado ultraje e descontrolo, indigno de quem tem funções públicas. Marinho Pinto na TVI foi tão sectário como Vitalino Canas ou Santos Silva e conseguiu o prodígio de ser mais grosseiro numa entrevista do que Sócrates foi na RTP e Pedro Silva Pereira na SIC.
É obra." Mário Crespo no JN

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