quarta-feira, 29 de março de 2017

Centro Hospitalar ao rubro

O assunto tem-se vindo a arrastar ao longo dos anos.

No tempo de Macedo Vieira a hipótese de um hospital novo esteve em cima da mesa, e até foi sendo apadrinhada pelos sucessivos governos, que sempre alimentaram a coisa, principalmente nos períodos pré eleitorais.

O espaço seriam uns terrenos entre Argivai e a Vila, próximo do novo bricomarche (julgo)

Depois, veio a crise e fecharam-se as torneiras. Nas crises há males maiores que os físicos !

Os governos, com o hospital de Matosinhos em défice e subaproveitado, vieram depois  com o argumento da optimização dos recursos regionais.

Por cá, o nosso presidente nunca desarmou e nunca se conformou com o fecho do centro hospitalar.

Lá pela vila, a alcaida, estranhamente, vem agora dizer que vê com bons olhos um aluguer ao sr do Bonfim e pelos vistos dos bons préstimos. O sr do Bonfim é que também já disse, que quem manda é ele, e portanto serviço publico ali só com os seus mandos !

Aires Pereira em várias ocasiões já reafirmou - centro hospitalar até ao fim, venha quem vier. E mais: disponibiliza o quarteirão lateral ao hospital, pertencente à câmara, para alargamento e beneficiação do hospital. Uma obra de 4 milhões (trocos para o MS) em que as duas câmaras contribuiriam (se a vila não quiser a Póvoa cobrirá a sua parte) e poderá ainda ser comparticipada pelo Portugal 2020 .

Ora estamos a falar de um valor baixo para o que está em causa; uma solução para os próximos 20 anos, que pode ser concluída num ano - é que a discussão já dura uns 10 anos e não chegamos a lado nenhum. Esta solução é mais barata do que a adaptação e transferência dos serviços para o Sr do Bonfim, para além de continuarmos com o hospital mais próximo das populações.

A Assembleia Municipal da Póvoa de Varzim, aprovou entretanto uma moção a defender o Serviço publico de saúde no Centro Hospitalar da Póvoa de Varzim e Vila do Conde, com obras de beneficiação no atual hospital.


Read more...

Turismo em Debate na Póvoa


Read more...

domingo, 26 de março de 2017

Presidente da Câmara Passou por Argivai


O dia 25 de Março ficou marcado pela visita do Sr. Presidente da Câmara Municipal a Argivai.

" Esta visita deu continuidade a tantas outras que o edil tem vindo a fazer com o objetivo de percorrer o nosso concelho e ouvir a população na totalidade. Esta é uma oportunidade que todos os munícipes têm de colocar as suas questões e encontrar, eventualmente, solução para alguns problemas.
Acompanhado pelo Vice-Presidente da Câmara Municipal, Luís Diamantino, pelos Vereadores Andrea Silva, Lucinda Delgado e Ricardo Zamith, e pelo Presidente da União de Freguesias Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai, Daniel Bernardo, Aires Pereira respondeu a questões relacionadas com a Estrada Nacional 206, a requalificação do Largo do Bom Sucesso, do Aqueduto e ainda sobre o Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/ Vila do Conde.
Antes do encontro com a população na Sede da Junta de Argivai, o Presidente visitou alguns locais da freguesia, nomeadamente, a Igreja Paroquial, o Cemitério e a Capela do Bom Sucesso, que está a ser alvo de obras de recuperação. O pároco da freguesia, Pe. Avelino explicou o processo de reabilitação da Capela, dando a conhecer o que já foi feito e ainda falta fazer.
O atual Parque de Merendas e o espaço onde se pretende criar o novo também fizeram parte desta visita, bem como o campo de futebol sintético inaugurado em 2015.
Aires Pereira também se deslocou à Rua do Forranjal, que a Junta pretende alargar e criar uma nova ligação à freguesia de Beiriz. Também nesta zona pôde constatar o estado em que se encontra o Aqueduto, que está a ser alvo de uma candidatura para a sua reabilitação. Manifestou disponibilidade em colaborar nesse processo, lembrando que a proprietária do monumento é a Direção-Geral do Tesouro e Finanças, entidade responsável pela sua manutenção.
Na reunião com os argivaienses, Daniel Bernardo referiu-se aos próximos investimentos da União de Freguesias, nomeadamente, o novo Parque de Merendas e o alargamento da Rua do Forranjal para ligação a Beiriz.
Dada a palavra ao público, a população mostrou-se bastante preocupada com a falta de sinalização e passeios na Estrada Nacional 206.
Sobre esta questão, o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim esclareceu que o Município não pode intervir nesta estrada pois a mesma é da responsabilidade da Estradas de Portugal. No entanto, por considerar que a segurança dos munícipes está em causa, sugeriu que manifestassem à entidade essa necessidade através de um abaixo-assinado.
Os argivaienses reclamaram que fosse colocada nas autoestradas com saída para o nosso concelho (A28 e A7) sinalética com a indicação “Póvoa de Varzim”, ao que Aires Pereira respondeu tratar-se de uma questão que já foi colocada mas não conseguiu ver resolvida devido a regras de sinalização. No entanto, já pensou numa alternativa que passaria pela colocação de painéis publicitários a convidar a uma visita à nossa cidade.
Sobre os próximos investimentos em Argivai, o autarca transmitiu que em relação ao novo Parque de Merendas a Câmara irá oferecer o equipamento necessário, desde que a Junta faça o movimento de terras, e prevê que fique pronto até ao início do verão. Está também prevista a requalificação do Largo do Bom Sucesso através da qual será possível acabar com o estacionamento desregulado e abusivo de que a população se queixou nesta zona.
O edil informou que, ao longo deste ano, haverá um reforço de contentores e anunciou que será colocado em prática, numa zona piloto da Póvoa de Varzim, um sistema de recolha seletiva de resíduos sólidos urbanos. O que acontece atualmente na Póvoa de Varzim é o pagamento do valor mínimo (€10) pela recolha do lixo, uma vez que este está diretamente relacionado com o gasto da água. Com o novo sistema de recolha, o munícipe irá pagar pela quantidade exata de lixo que produzem, em vez da taxa indexada à fatura da água.
Este sistema denomina-se PAYT (Pay as you trow) – qualquer coisa como “pague à medida que deita o lixo fora” – e, basicamente, quanto mais lixo um habitante produzir, mais paga. Em cada habitação serão entregues quatro contentores (para o lixo indiferenciado, o plástico, o vidro e o papel), equipados com sistemas que permitem pesar a quantidade de resíduos depositados e identificar o utilizador, através de um cartão.
Questionado sobre o caso do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/ Vila do Conde, Aires Pereira fez questão de explicar aos presentes todo o processo, desde o seu início, demonstrando a posição coerente e firme que o município poveiro tem mantido: “nunca desistimos de fazer um novo hospital mas até lá deve ser feito o investimento no aumento do que já existe para que todos tenhamos melhores condições nos serviços de saúde que nos são prestados”.
Uma vez mais reafirmou a sua posição de defesa intransigente do Sistema Nacional de Saúde e deixou o apelo: “devemos continuar atentos e vigilantes”.
Recorde-se que a ampliação do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/ Vila do Conde foi uma das questões discutidas na última sessão de Assembleia Municipal na qual foi aprovada uma moção defendendo o alargamento das instalações do hospital e recusando a deslocalização do Serviço Nacional de Saúde (SNS)."

Noticia adaptada do Portal Municipal

Read more...

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O regabofe das colocações dos médicos

Quatro décadas depois do 25 de Abril há corporações que continuam a bloquear a sociedade e a dificultar a qualidade de vida da população.

Por estes dias os média voltam a colocar em relevo a falta de médicos no interior e algarve.

Ora vejamos, dos vários corpos públicos, juízes, PSPs, GNRs, Professores... é tudo colocado por concurso público de aceitação obrigatória, à exceção, claro está, dos médicos. E pergunta-se como? não tenho resposta.

Dos quadros superiores públicos, a formação  em medicina é a mais cara; várias vezes mais cara que qualquer outra. Ou seja, na formação de um médico, o estado (todos nós) podemos investir várias dezenas de milhares de euros, e esse profissional, no fim da formação pode ir fazer dinheiro para outro país ou ingressar no serviço privado, sem nada ter contribuindo a quem lhe pagou a formação.

Os indivíduos formados nas academias militares têm de dar cinco anos ao estado, mesmo os de medicina.

Ora, volto a perguntar: como é este estado de coisas possivel?

Como é que o interesse de uma corporação se consegue sobrepor ao interesse nacional numa área fundamental? o acesso à saúde.

Os estado  gasta fortunas em programas de aliciamento à fixação de médicos, combate a listas de espera e bancos de urgência. As empresas de subcontratação de turbo-médicos fartam-se de faturar. Ou seja, estamos todos fartos de pagar, mas a coisa não muda.

Os bastonários dos médicos, até irrita pela carga de demagogia com que fala da situação. Que eu saiba, entre outras, uma ordem serve para defender a qualidade do serviço numa profissão. A dos médicos não: a principal bandeira tem sido bloquear a formação de médicos para fazer subir o custo do trabalho ou então minar tudo com propaganda para aumentar a margem negocial junto do governo. E, como se sabe, sendo a saúde um tomba ministros, o poder da classe é grande.

Vamos ver até quando dura o regabofe.

PS- A critica não é ao médico, pois a maior parte são excelentes profissionais. O problema é o sistema que está mal formatado e não serve os interesses do país.

Read more...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

PSI - Portugal Sem Investidores

Em Portugal o que se passa com o mercado de valores mobiliários é uma vergonha. A desregulação é total, os pequenos investidores não têm proteção nenhuma, uma vez que nem têm acesso a informação, nem são protegidos pelo regulador.

Como é possível uma empresa fazer aumentos de capital, cotando as novas ações a um preço ridiculamente abaixo do valor à data, ou real. Muitas têm-no feito, só para citar exemplos: sonae industria e BCP.

O aforro que pequenos investidores fizeram na bolsa portuguesa, esvaiu-se, nalguns casos escandalosamente. O Rei vai nú e o povo é sereno.

Por isso, as empresas bem podem esquecer o financiamento em bolsa. Isto por cá é uma farsa total, de onde os fundos estrangeiros se puseram a milhas, os pequenos faliram e não voltam a entrar, e, à falta de melhor, os angolanos e chineses compraram a patacos.

É o país que temos.

Read more...

  © Blogger templates The Professional Template by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP