quinta-feira, 25 de março de 2010

A RATOEIRA DO PEC

O PEC é uma ratoeira armada pelo partido socialista.
Apenas tem uma atenuante, uma legitimidade maior, passando o PEC pela AR.
A votação na AR não é vinculativa, o PEC é um plano da comptetencia do governo na sua legitimidade governativa. O projecto de resolução para o PEC é uma urdição para entalar o PSD, e de facto entala. Entala porque o divide com três opiniões, a de MFLeite, PPCoelho e PRangel. Entala porque o obriga a viabilizar a resolução sobre pressão das agências de rating, como a Fitch que ontem baixou o rating para AA-: inaceitável que estes vendilhões agravem a situação financeira dos estados com base em interesses e posições que detêm abertas nos mercados com testas de ferro.
Rangel e Passos têm razão num aspecto, embora com nuances. Ambos referem que a negociação deveria ter sido mais dura, embora Passos tenha mais animo leve nas iniciativas e pondere pouco consequências, Rangel é mais cerebral e quando ataca é mortal. Aguiar Branco está acorrentado a MFL e não pode andar em campanha, não pode fazer estratégia eleitoral.
Entrando um pouco na disputa, se duvidas houvesse, já as desfiz. A que me refiro? à subtil campanha urdida pela RTP para promover Passos. Após o debate, na RTP N, juntaram os comentadores do regime. Foi hilariante ver como nem um encontrou pontos positivos em Rangel, e o mais hilariante foi verificar, que um argumento e o seu contrário serviram para diferentes comentadores acharem que era favorável a PPCoelho. Conclui-se que o aparelho Socialista teme deveras que Rangel tome conta do PSD. Eles têm razão, com Rangel terão a vida muito dificultada.
Temos depois o fenómeno das sondagens, cuja resposta está no que se passou nas europeias.

1 comentários:

Anónimo,  25 de março de 2010 às 12:26  

Caro Dr Miguel, a RTP dá 300 milhões de euros de prejuizo anual, para alimentar a propaganda de socrates. Eles têm que fazer pela vida. A ultima vez que aquilo teve ordem foi com Morais Sarmento que agora apoia Rangel, portanto, está o senhor a perceber o temor daquela gente, de ter de se fazer à vida como o resto dos portugueses. Estamos sem governo.

C. Milhazes

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