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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Novos hábitos balneários

A Póvoa de Varzim continua, indubitavelmente, a ser um grande destino turístico do Norte de Portugal. Mas há coisas que mudam por via da normal evolução da sociedade e seus hábitos.


Há tempos, os concessionários das praias insurgiram-se pela limitação de espaços para barracas, embora houvesse o sentimento geral que o que estava, era exagerado, e a praia ficava mais bonita com areal livre. Encontou-se um meio termo, estando eu consciente que haveria a noção, de que não valeria muito apena endurecer as negociações, pois a redução da procura se encarregaria de resolver o assunto.

Nos anos que se seguiram, assim se verificou. A procura de barracas caiu, por vários motivos:

- A crise
- Aumento do estacionamento em frente à praia de Vila do Conde
- Substituição de um paradigma de praia para a saúde, por um paradigma de praia para o lazer
- Novos hábitos balneários, em que praias com nevoeiro e ventosas ficam a perder
- Mudança de comportamentos e formas de vêr a praia, onde uma barraca é completamente dispensável

A Póvoa de Varzim deverá continuar a afirmar-se como um grande destino turístico balnear, reforçando outro tipo de ofertas populares, culturais e desportivas, aliás como tem feito. Desta forma reforça a sua capacidade polarizadora no NW peninsular, sustentando a economia local e a população residente.

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domingo, 11 de setembro de 2011

WindFloat ou Flop ?



O “WindFloat” destina-se à produção de energia eólica no mar. É um projecto do departamento de inovação da EDP, com um orçamento de 20 milhões de euros e um potencial de 8000 postos de trabalho.

A estrutura está a ser montada na Lisnave nos estaleiros de Setúbal. Trata-se de um projeto de energia eólica, que resulta de uma aposta da EDP, através do seu Departamento de Inovação.

Depois do flop do antigo projecto ao Largo da Aguçadora, que aproveitaria a energia das ondas, utilizando as mesmas instalações, segue agora o WindFloat.

A apresentação decorreu ocorreu na passada sexta feira no salão nobre da Câmara da Povoa.

Localmente estes projectos são sempre bem vindos, desde que as autarquias não tenham que entrar com capital relevante, ou então que o custo beneficio para o município seja vantajoso.

Para já, temos a questão da pesca. Depois dos testes de prospecção petrolífera a sul, que criaram impacte ambiental nos recursos pesqueiros, apesar de ter sido levantada a interdição da pesca, segue-se agora o presente a norte que terá impactes:

- A construção afectará o ecossistema, e se o pesqueiro for relevante concerteza levará uns bons dez anos a reconstituir-se,

- Deverão existir interdições de pesca por motivos de segurança

- Apresenta perigos para as aves

Se o projecto poderá trazer vantagens económicas para o concelho, é necessário assegura-los, nomeadamente garantir que a fabrica fica aqui. Não vão ficar os outros com a carne e nós com os ossos.

A EDP dentro de pouco tempo será uma empresa totalmente privada, e por isso não têm os poveiros a obrigação de patrocinar lucros privados.

A discussão que se segue é o preço da energia em Portugal, que é muito elevado, em boa parte pelo peso que as renováveis acarretam nas tarifas. Ter uma politica energética muito centrada em renováveis acarreta custos imcomportáveis aos consumidores, pelo que isso deve ser feito de uma forma equilibrada e gradual.

Sobre o assunto aqui

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Eu gosto é do Verão


Entra Agosto, diz-se que Portugal entra de férias. É assim todos os anos, tal qual dogma . Talvez fosse bom perguntar: se formataram um país para serviços - como a vozearia aponta a Cavaco - onde o turismo tem papel especial, não deveria o país estar a trabalhar?

No país e na Póvoa o negócio estival vai ruim, o São Pedro anda mal humorado. Os que de aquém Mondego, por ai abaixo se mandaram à procura de sol, também não se safaram. O Agosto anda arisco e é geral.


Por cá o programa de animação municipal vai entretendo o povo e a azáfama característica mantém-se, até porque a Póvoa continua a ser um dos grandes polos balneários do Norte.

Apesar de tudo, eu gosto é do Verão.

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terça-feira, 12 de julho de 2011

Macedo no Praça do Almada

Macedo Vieira foi entrevistado no "Praça do Almada" no último Sábado. Não foi um hino à retórica ou ao populismo. Não. Em jeito de balanço, foi um homem realista e pragmático.

Foram passados em revista quase todos os assuntos polémicos dos últimos anos. Mas vale apena sublinhar:

- a cautela financeira que colocou na gestão da câmara, podendo-se dizer que hoje a situação é equilibrada, ao contrário dos concelhos vizinhos

- os princípios que colocou na gestão do bem publico, como o utilizador pagador, que sempre afirmou, quando outros com isso fizeram populismo à procura de votos

- a frontalidade com que afirmou desde sempre que o Varzim não era sustentável, apesar do apoio, quanto a mim até demais

- o facto de hoje a Póvoa ter as infraestruturas de base construídas, e ter em conclusão outros projectos importantes como o Garret

- a relação com a oposição, da qual o PSD sai vencedor pela maioria que continua a ter, embora tenha perdido um vereador porque foi e é fiel a princípios, em nome da boa gestão e equilíbrio financeiro do município.

Tenho a intuição, que como sempre, a inteligência do eleitorado, fará justiça aos factos, e nas próximas autárquicas o PS perderá o vereador conquistado ao PSD.

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sexta-feira, 18 de março de 2011

Milagreira

Aqui na Povoa temos uma oposição milagreira. Tem remédio para tudo. Um pouco na linha do PS nacional, abundam propostas de estudos, comissões e grupos de trabalho.

O desemprego que lavra no concelho tem sido musa da propaganda socialista, esquecendo essa gente que isto também é o Portugal desgovernado por Sócrates. A câmara que trate do emprego e da economia, pois de facto é verdade, os ministérios da economia e do trabalho estão defuntos.

Mas alguma politica local económica e de promoção de emprego que é possível fazer, também não interessa que se fale. Mas não adianta, ela existe.

Na Póvoa há parques industriais, os quais têm tido sucesso. Recentemente melhoraram-se as acessibilidades à ZIL de Laundos.

Na Póvoa as empresas não pagam impostos ao município, o que o governo poderia fazer no país se não fosse voraz e gastador.

Na Póvoa há mecanismos de apoio aos desempregados e às empresas. Refira-se o Investemais (1) – Gabinete de Promoção ao Investimento da Póvoa de Varzim, que de 21 a 25 de Março fará acções de “Educação para o Empreendedorismo” em escolas poveiras.


(1)Criado em 2008, o Investemais tem como missão promover a imagem do concelho através do apoio aos agentes da economia local, numa óptica de desenvolvimento e qualificação económica.

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domingo, 6 de março de 2011

Os cortes na iluminação e as lombas são só mais um episódio de uma novela neo-provinciana e paroquial


A Povoa é terra que se confunde com o oceano. Foi terra onde a lavoura comungava com a pesca e os bravos lobos do mar trocavam vidas com lavradores em romarias e tabernas. A vida era simples e tudo era o que parecia sob o epíteto do provincianismo.

Hoje, nem tudo o que parece é, ou, pelo menos, quando se diz ou se faz algo, parte-se logo do principio que não é pelo que aparenta. Isto claro, porque somos todos muito entendidos e instruídos, pertencemos à Europa desenvolvida. O problema é quando por vezes caímos deste altar mal fabricado na abrilada e damos connosco numa paroquialidade comezinha.

Os cortes na iluminação e as lombas são só mais um episódio de uma novela neo-provinciana e paroquial. As lombas depois de finalizadas mostraram a sua eficácia e os cortes na iluminação são um mal menor.

A Póvoa com menos luz, nunca perde o seu brilho, porque esse está nas suas gentes, naqueles que animam as ruas, que passeiam, que fazem compras, que entram e saem da restauração, dos bares, do casino... faça chuva ou faça sol, o que é deveras impressionante. Passear nas ruas poveiras é um hábito entranhado por residentes e visitantes, por mais que alguns bradem o contrário, isso não afasta as gentes da rua, e é esta realidade que a torna uma cidade segura, e não somente o factor iluminação.

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sábado, 29 de janeiro de 2011

De designio em designio, até ao estouro final

Sempre gostei do equilíbrio, na politica, nos objectivos, na vida... faz-me por isso espécie, e se for o caso preocupação, quando aparece alguém com um certo fundamentalismo na orientação.
Guterres teve o desígnio da educação, não se viu nada. Sócrates no 1º governo dizia "para Espanha a toda a força" e a Espanha entra em recessão, depois teve a "panca" do investimento público no betão - apregoava Keynes para risota dos académicos - e cavou o défice e a divida, e agora de novo o designio/obcessão da educação.
Esta nova postura tem vários vectores de critica. Para dar um exemplo local, olhemos as escolas da Póvoa, onde, a necessitar de obras, estaria a Flávio Gonçalves, a EB 23 de Aver-o-Mar e algumas primárias que passaram para alçada da Câmara. Portanto não se governa por prioridades.
A parque escolar é uma empresa duvidosa - pelo menos os arquitectos criticaram a escolha dos gabinetes de projectos e é questionável a adjudicação directa na feitura das empreitadas, em que foi encomenda uma lei, para que obras inferiores a 5 000 000 euros escapassem a concurso publico. Com esta gente é sempre tudo estranho, pouco ortodoxo, mas tudo dentro da lei...
Mas foi na escola Roxa Peixoto que se gastaram milhões em Obras, que precisava tanto delas como a Eça de Queirós. Ou seja, eram para já dispensáveis. Mas estas novas escolas feitas com emissão de divida, são grandes, dispendiosas, quer nos juros quer na manutenção, e, este desígnio socialista, mais um vez, vai-nos sair muito caro.
Em conclusão, o desígnio é mais um mercantilismo do betão que a alguém aproveitará.

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domingo, 12 de dezembro de 2010

Porque defendo a reforma do sistema politico

Todos os dias temos bons exemplos de que o governo, e uma das suas principais competências, a subsidariedade entre regiões, é uma profunda treta.
Recentemente, o PCP de Jorge Machado fez propostas à alteração do PIDAC no Orçamento de Estado. Entre elas contavam-se várias propostas para a Póvoa de Varzim, que como se sabe, foi contemplada com zero de euros. O PSD absteve-se e como é óbvio o PCP poveiro não cabe em si por esta cartada.
Que é uma vergonha não vir para aqui um euro do PIDAC, é. Nisto há toda a razão. Que poderia ter havido uma declaração de voto dos deputados do PSD pelo circulo do Porto, poderia (se houve, desconheço e retiro o que disse). Mas as coisas são o que são e importa agora ver a questão de fundo.
O PSD viabilizou um orçamento para 2011, sacrificando-se eleitoralmente a bem da nação. Foi feito um acordo para reduzir a despesa, portanto não haveria agora qualquer margem para aprovar medidas que agravassem a despesa, e por isso a abstenção.
Os outros partidos podem até propor o céu e fazer a demagogia que entenderem, pois não assumem responsabilidades governativas nem querem, pois têm uma estratégia de crescimento eleitoral assente no protesto, fértil em momentos de crise.
Este sistema politico é mau para o Portugal profundo. Portugal acentua a sua macrocefalia e obriga como nestes casos, os políticos a hipotecarem a sua imagem a favor de um sistema perverso.

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Notas da semana

Com alguma carga de trabalho não tem sobrado tempo para passar por aqui, como é sempre um agrado.
Já cheira a Natal. Este ano ouvi dizer que haveria cortes na iluminação. Se houve, pouco notei. Como está ficou muito bem, especialmente na Póvoa, simples e com alguma classe. O comércio começou a saldar mais cedo, enfim, sinais do tempo.
Aqui por Argivai os semaforos estão prontos, faltando uma licençazinha, é sempre mais aquela burocraciazinha à portuguesa:_sr presidente veja se desengasga isso até ao Natal!
O aqueduto ficou reparado há algum tempo, não tendo ainda dito nada sobre o assunto. Devo dizer que foi mais rápido do que esperei. Valeu a pressão da Câmara e da Junta, junto do IGGESPAR e especialmente uma reuniãozinha aqui na Póvoa entre Macedo Vieira e o Secretário de Estado. Pelo valor que se dizia destinado, não entendo como não se repararam outras partes. À Junta não houve qualquer satisfação. Talvez aqueles que por ai verborreiam que foram os socialistas locais quem tratou do assunto, possam explicar, para onde foi o resto do orçamento prometido_ já sei! foi para o mesmo sitio da auto-escada para a Póvoa, prometida por Renato Matos e pela Srª Governadora civil: haja memoria.
Politicamente a nível nacional, o estado do tempo retirou pressão a Sócrates. Apenas o destaque para uma revisão do código do trabalho que ai vem imposta por Bruxelas, liberalizando o mercado laboral - o primeiro ministro depois de negar a pés juntos há tempo, já veio dizer "ni":" a seu tempo, discutir-se-á com os parceiros sociais".
Cavaco tem a eleição ganha pela pulverização à esquerda e pela ridicularice das posições dos outros candidatos, que entram na demagogia tentando desacreditar o actual presidente - o povo está cheio disso.
Nos Açores, caiu uma nódoa na toalha. Afinal há funcionários públicos de primeira e de segunda. Aos que ganham mais de 1500 euros haverá uma compensação do saco publico pago por nós. Será que também haverá nos salários mais baixos? estranha visão tem esta gente do socialismo. Ao menos militavam no CDS. Carlos César desafia assim Sócrates, mas também pode dizer adeus a carreira política no continente.
No PS, Assis e Seguro travaram-se de razões, e o primeiro disse que batia com a porta. Temos candidatos à sucessão. Costa está na sombra olhando as lebres que farão a travessia do deserto.
No PSD Passos continua o seu caminho. Bata-lhe não cometer asneiras.
Na UE não resta outra solução ao BCE senão apoiar Portugal e Irlanda comprando divida, porque se um contagio chega à Espanha, o euro vem por ai abaixo.
Bom feriado

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Galo & Garnize

O São Martinho do idoso é tradição na freguesia da Póvoa, e este ano mais uma vez assim foi. Assaram-se as castanhas e brindou-se com água pé, pois tristezas não pagam dividas - Socrates que as pague.
Nestes tempos de austeridade, convém ter bom senso, há que cortar, mas vamos devagar conforme as necessidades e priorides. Acabar com estes convivios de idosos, conforme quer o Dr Matos, é capaz de ser extemporâneo, antes, há ainda outras hipóteses. Para quê castigar um estrato etário que é dos que mais sofre com a crise?
Daniel Bernardo, à sua efusiva maneira, com o coração na boca, acabou por tocar no assunto, tendo chamado de papagaio ao Dr Matos por andar por ai a papaguear o assunto e ter sido contra a atribuição de uma verba para a dita actividade. Pegaram-se assim o galo e o garnize com bilhetes pela comunicação social.
Quem ganha e quem perde? bem, quem ganha é quem come as castanhas e neste caso em minha opinião quem as decide pagar com o nosso dinheiro. Mas neste caso quem as come, deve aprovar o repasto; quem as paga, neste caso todos nós, pois com certeza que nesta causa até acharemos bem.
O Dr Matos, p´ra não dizer mais, creio que ficará aqui um pouco no lugar do incompreendido, e depois, não basta só parecer, mas também ser !

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Agenda para dois dias

Hoje há Assembleia Municipal, o mais importante será a aprovação do concurso público para arranjo da cobertura do mercado municipal. Antes da ordem do dia será o habitual campo de degladiação politica, sempre saudável.
Amanhã, será a Assembleia de Freguesia em Argivai. Não se espera nada de relevante. A Junta apresentará o seu bom trabalho, já frutuoso e visivel em poucos meses, e, apesar de ter um elemento da UEA será, como normalmente, "atacada" pela própria UEA - hilariante: nunca percebi como é que um movimento eleitoral explicitamente desorganizado entre si, e contraditorio entre os seus membros, se propõe ser alternativa estável ou solução para o que quer que seja. De resto, a sua utilidade e acção continua à vista de todos. O PS continuará tacticamente observador, tentando explorar pontos fracos, sendo-lhe difícil encontrar bandeiras de oposição - é democrático que assim seja.
No plano nacional estamos em mais uma semana negra relacionado com o pico dos juros pagos pela divida soberana portuguesa. Dizem que o aumento dos juros equivale a mais 900 milhões. Tudo porque o governo não age sobre a despesa: não corta despesas de funcionamento, não fecha fundações, institutos atolados de boys, não para de comprar carros, não se deixa de obras megalómanas. Aumenta o risco aumenta o juro, paga o zé povinho. O governo ao invés de cortar neste tipo de despesa de forma planeada, pode ser agora obrigado a cortar em 13º mês e salários, criando crise social e estagnando a economia. Grande governo. Enquanto isto Sócrates passeia no país virtual.

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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Já recebi a nova factura da água e

terá descido em média uns 2 euros. Nos meses seguintes confirmarei. A factura passou a ser em papel de qualidade inferior e a preto e branco. Muito bem! o principio deve ser poupar.

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sábado, 19 de junho de 2010

Póvoa distinguida com bandeira praia acessivel


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sábado, 8 de maio de 2010

As opções de Sócrates

Hoje foi adjudicado o TGV Poceirão-Madrid. Não vi lá Sócrates! onde estava o homem dos anúncios, da modernidade?
Não, não estava lá!

Estava sim, refugiado, na inauguração de mais uma fase da MAPADI em Terroso, na Póvoa de Varzim, num concelho PSD, numa cerimonia de um importante mas modesto empreendimento, numa região deprimida, que será a única a pagar portagens nas SCUTS por decisão do mesmo Sócrates. Ainda assim, se lhe perguntarem porque não esteve na assinatura do TGV, de importância ibérica, certamente responderá que valores mais importantes se "alevantaram". Pela nossa parte: muito obrigado pela distinção.

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

CORRENTES DE ESCRITA

Por estes dias a Póvoa de Varzim anda nas bocas do mundo. Isso mesmo, à letra: do mundo. Decorrem as correntes de escrita. Um fórum, um festival, uma festa das letras, da literatura e das pessoas que escrevem e lêem boa literatura, não propriamente aquela que tem invadido os currículos escolares.

Durante vários dias um lote invejável de escritores de nível internacional, lançam livros, debatem literatura e cultura, aquela que está a montante da obra e aquela que resulta da leitura da obra.

De referir que o Argivaense Aurelino Costa será um dos convidados para gáudio de toda a freguesia.

De facto, nos últimos anos esta iniciativa tem tido uma projecção internacional de vulto, quer pelas individualidades participantes, quer pela qualidade que colocam neste evento, que é claramente um hino à Póvoa e um catalisador para a sua promoção, com reflexos na economia e no turismo.

A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e em particular o Sr. Vereador da Cultura, têm o mérito de colocar a Póvoa de Varzim na agenda nacional e mundial. Os poveiros sabem reconhecer isso, ao contrário de alguns que preferem antes desprestigiar a cidade.

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