o tozé
em vez de fazer o papel da vitimização, devia era discutir politica.
Argivai é uma povoação milenar, situada na parte Sul do Concelho da Póvoa de Varzim.
em vez de fazer o papel da vitimização, devia era discutir politica.
que P.Coelho há um ano tentou apear o R.Salgado, já subiu na minha consideração!
Read more...Os três primeiros campos do Inter-Freguesias que vão receber relvados sintéticos são Beiriz, Estela e Terroso.
A Câmara candidatou sete campos para a colocação de tapete com recurso a dinheiros da União Europeia disponíveis no Programa Operacional Regional do Norte 2007 -2013.
Os campos de Argivai, Navais e Rates serão intervencionados para o ano.
Esta foi uma promessa eleitoral de Aires Pereira.
Pode-se discutir a oportunidade deste tipo de investimento. Mas quando estes campos são utilizados no interfreguesias que dinamiza o desporto amador e infanto-juvenil, com centenas de praticantes, é seguramente um bom investimento.
como é que o governo vende a participação que tinha nos CTT por ajuste direto, uns 0,60 por ação abaixo do preço de mercado. É que eu a esse preço também queria.
Se fossem dispersas lentamente em bolsa seria melhor negócio para o estado.
Obviamente que esta negociata fez cair o titulo. Quem as tinha a maior valor foi a correr vende-las, ainda assim não sucedesse o que sucedeu. Quem as comprou, se não houve um contrato bem feito, foi a correr realizar mais valias.
Quem fiscaliza este tipo de operações? CMVM, parlamento...
A Parque Escolar (PE) foi criada pelo PS para gerir os equipamentos do MEC. O objetivo era fugir a mecanismos de controlo e tornar os processos mais céleres. Como inconvenientes sabem-se vários: maiores custos para o estado, negociatas, falta de transparência, etc...
Relembro que sobre isto, a antiga ministra do PS, Mª Lurdes Rodrigues, disse no parlamento que "foi uma festa", e, em certo sentido, continua a ser.
O Expresso diz hoje que a PE já pagou 10 M em indemnizações em tribunal. O atraso em obras levou mais 4M para contentores e mais 4M para compra de equipamentos informáticos sem concurso publico. Sabe-se que há muito equipamento informático subaproveitado e outro que está por vezes muitos meses em caixas sem utilização até ficar desactualizado.
O actual contexto de restrições orçamentais, aconselhava a que se tivesse acabado com essas gordurinhas e as competências tivessem sido distribuidas entre o MEC e as autarquias.
Era urgente acabar com essa empresa publica de rédea solta. As autarquias já mostraram que seriam capazes de fazer escolas por metade do dinheiro e gerir melhor os equipamentos.
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