terça-feira, 2 de setembro de 2014

Ultimos foguetes do estio

A equipa do tozé andou a ressuscitar uns militantes ali p ´rós lados da Sé de Braga - consta que o tesoureiro até se prontificou a aceitar escudos aos enterrados antes de 2002. Foi um festim. O Costa de contente, em cada romaria, sobe ao palanque e remoí a ladainha.

Cheirando a dança de cadeiras, o baronato hoje foi almoçar com Costa e até deu direito a comunicação final lida pelo A.Santos  que ainda vai a ministro dos negócios no musseque - é como andar de bicicleta.

O governo é que parece que deixou de governar: não se mexe na TSU, nem na CES, nem no IVA, nem em nada. É deixar andar que as eleições estão ai. Reformas, foi chão que deu uvas, e a da justiça vai ser um problemão!

O professorado está todo por colocar, como se dois meses não chegassem para fazer um concurso. Vai a malta toda para o IEFP pedir p ´rá côdea de Setembro e depois devolve se houver jorna. Uma tourada das antigas, porque sempre assim foi - uma tourada. Mais uma vez um estado que dá o pior de si mesmo e uma classe profissional e uma instituição, a escola, que sistematicamente é desprestigiada, como se o país dela não precisasse, como do pão prá boca.

Se há instituição desacreditada em Portugal é a justiça. Esta tentativa de reforma é um descalabro e tem apenas o mérito de poder ser o inicio de alguma coisa, cujo status quo não interessa ao povo, que paga a uma justiça que não o serve.  Passou-me pela cabeça, que se as reorganizações do sistema bancário que aconteceram em Portugal, tivessem sido feitas com a leviandade da atual reforma, o regime teria implodido.

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Comentador a Presidente da Republica ?!?

não acho que seja o perfil indicado.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Crise de valores?

Dizem que vivemos numa crise de valores. Sou céptico em relação a estas frases feitas.

Como sempre faço no estio, aproveito para uma leituras e releituras. Invariavelmente, caio em autores portugueses.

Relendo " O Conde d´ Abranhos"- como outros titulos do Eça - verifico que continua actual: a vidinha, o carreirismo politico, o encosto ao estado, o provincianismo...

A nossa atitude perante a sociedade e a economia é então cultural. Tem estado plasmada na literatura dos últimos 150 anos.

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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

cultos


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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

7 anos

é o tempo que  decorreu até este verão, desde que começou a crise. Começou com o subprime americano: uma crise bancária que fez afucinhar o Leman Brother. A partir dai abriu-se uma caixa de pandora, que se conhece.

Há sete anos soube-se que alguns senhores iluminados tinham-se desfeito da sua carteira de ações: é gente que está de bem com Deus - claro que não há informação privilegiada. Quando foi que o Manuel Pinho se desfez  da sua?

Até agora muita água passou por baixo da ponte. O ultimo episódio foi o 9º chumbo do TC. Diga-se que o governo já tinha tempo de fazer reformas e não andar com cortes avulsos.

Este fim de semana temos o Pontal, que marca o fim da silly seasan   e a entrada no ano politico (pelo menos era assim). Não se espera nada de novo. Passos vai comentar o acordão, mandar uns recados internos, sublinhar os dados que forem positivos e reafirmar-se como candidato às próximas legislativas.


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