sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Por estes dias

Ivo Maio, um aparelhista local do PS, ganha a concelhia.
Quatro anos é muito tempo em termos politicos, e, sendo a vereação socialista na câmara toda independente e resultado de escolhas anteriores, como será que a coisa vai correr? e das duas uma:
ou mantém o apoio politico mediante uma convergência de ideias, ou,
a vereação solta-se à revelia, defraudando a estratégia da concelhia socialista

Foi ontem aprovado o orçamento da câmara para 2014. Em números redondos é um orçamento de 40M, substancialmente abaixo de anos anteriores. O que mudou? fundamentalmente, receitas de capital que deixaram de ser inscritas porque depois nunca se realizavam devido à conjuntura recessiva, também algumas receitas provenientes da administração central e alguns impostos baixam, sendo compensado pelas poupanças, que se continuam a fazer e permitem algum investimento e amortização de divida.  Resulta um orçamento mais realista, e, em 2015 na apresentação das contas, verificaremos pela certa uma execução superior a 90%.

Nuno Crato embrulha-se no MEC. Está em estado de negação sobre a evolução positiva que os resultados escolares dos alunos têm tido nos testes internacionais (PISA - OCDE), temendo dar argumentos ao PS.
No exame de admissão dos contratados, humilhando a classe, varre para outros aquilo que é sua responsabilidade, a garantia de qualidade no ensino superior. O que é dificil e essencialmente vai contra muitas instituições privadas de ensino superior, não se faz. O sr ministro não tem uma politica social para a educação em momento de crise. Não tem coragem para mexer no preço dos manuais, baixando o seu custo, e aumentando a sua vigência até pela maior estabilização dos curriculos. Sem palavras!

Costa fez um acordo com Seguro, que todos os dias mostra a sua validade. Depois de um inédito acordo no IRC, Costa diz que isso faz pouco sentido, não incluindo o IRS, IVA e salário mínimo.

O TC chumbou o diploma das pensões. Basicamente refere que se trata de um corte sem qualquer ideia de reforma do sistema, portanto, meramente conjuntural; refere o presidente que " a redução de pensões é uma medida conjuntural para resolução de problemas imediatos de equilíbrio e consolidação orçamental e não uma medida que vise a sustentabilidade financeira da Caixa”, não podendo uma situação efémera pôr em causa a confiança dos cidadãos no estado.  

É referida a situação do governo ao transferir os novos beneficiarios para a SS, estar ele próprio a descapitalizar a CGA, vindo depois com o argumento de que não é sustentavel . 

Não está facil, de qualquer maneira parece claro que o governo ou tem dificuldade em lidar com a constituição, ou pretende transferir um ónus para o TC.

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