Que grande caldo: maçonaria, jornalistas, espiões e politicos
O controlo da comunicação social continua a fazer estragos. No tempo do Sousa, quiseram arrematar a TVi por uns trocos, e assim calar a manelinha. Depois veio o caso Bairrão, um homem do setor, pena uns negócios que poderiam dar estrilho, por isso, à cautela... agora Relvas é apanhado aqui numas trocas de mensagens, umas reuniões, mais a estória dos aventais pelo meio, etc.
Lá caímos no velho ditado: à mulher de César não lhe basta ser séria, há que parecê-lo. Mas o homem tem costas largas e depois de fazer algum do trabalho polémico, como as freguesias ou a RTP, é provável que saia.
As secretas é que apanham por tabela e estão de rastos. Aliás, há anos que passam uma má imagem. Quem não se lembra de listas de espiões a circularem no parlamento. Agora isto, dos espiões ou ex-espiões andarem alegadamente a utilizar o serviço publico para espionagem empresarial privada, ou para tráfico de influências em proveito próprio, é só a cereja no topo do bolo. Mas o ridículo, é o tipo de trabalho apresentado, clips de recortes de imprensa mais umas informações genéricas, ao nível de uma secretária: é muita sofisticação!
O que os portugueses esperam destes serviços, é que detectem máfias, terroristas, redes criminosas, ameaças à nação. Não se espera que façam relatórios pidescos.
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