domingo, 31 de maio de 2009

Contra factos não há argumentos

Depois do Tetra, a Taça de Portugal. O F.C. Porto colocou ponto final na temporada 2008/09 com a conquista da 14ª Taça de Portugal do seu historial.

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Foi uma rosa murcha que se apresentou em Argivai

Pensei algum tempo se haveria de escrever estas linhas, quer dizer, uns cinco minutos, depois aquela vontade comum nos bloggers de colocarem online a veia critica, foi mais forte. Aos que me lêem, uma chamada de atenção para o óbvio: este não é um espaço oficial de coisa nenhuma, é um espaço pessoal onde navego ao sabor da espuma dos dias, com respeito pelo próximo sem hipotecar a liberdade critica.
O PS apresentou-se na escola primária de Argivai numa festinha para a família socialista que veio de todo o concelho. Das 100 pessoas presentes, somente umas 30 seriam de Argivai, e destas, metade eram olheiros de outros partidos. Teve piada a marcação entre grupos, quem estava, quem fazia parte, quem batia ou não palmas, matéria para um pequeno estudo sociológico.
A opção pelo interior da escola foi má, com o calor que estava teria sido mais agradável cá fora, mas a necessidade de concentrar as gentes assim o obrigou. Em consequência muita gente saiu, principalmente durante e no final do show musical.
Lá esteve o Dr Renato com a cassete da água mais cara, da cor da câmara que não muda, dos poveiros com o mais elevado abandono escolar da AMP. Esqueceu-se que as tarifa deverão obrigatoriamente subir uns 70% em vários concelhos como em Vila do Conde, esqueceu-se de há quanto tempo está o PS na Câmara de Vila Conde, ou qual o abandono escolar do vale do Sousa. Nunca gostei da estratégia politica de se denegrir o nosso concelho para se legitimar um don Sebastião, com faz o PS nacional, saindo-lhe o tiro pela culatra na divida externa, crescimento e desemprego.
Quanto à candidata do PS a Argivai, pareceu-me simpática tal como toda a restante jovem equipa. Foi apresentada como uma miúda voluntariosa que veio da associação de pais. Apresentou-se algo nervosa, como é compreensível, num discurso soletrado, monocórdico e amorfo, incapaz de mobilizar. Como se pode calcular esta não deve ter sido a 1ª escolha do PS, o perfil ideal de candidato seria outro, mas foi o possível.
Das propostas, uma mão cheia de muito pouco. Não se comprometeu com qualquer obra, o que se compreende, ainda o mais substancial foi a promessa de tentar melhorar a segurança na EN 206. O resto resumiu-se a cosmética. Medir a tensão arterial aos idosos duas vezes por ano, uns passeios de camioneta, apoiar as colectividades, aumentar a transparência e auxiliar a população nalguns serviços.
Na realidade é pouco para quem se propõe ganhar a junta e é pouco para uma população que tem visto a freguesia dar um salto considerável nas suas infraestruturas e equipamentos sociais.
O que o PS propôs além de ser muito pouco, já está concretizado. Vou pegar na questão da tranparencia. O que se passa é que a junta não apresenta contas de merceeiro, mas sim pelos critérios contabilísticos, o que deixa muitos elementos da assembleia incomodados, pela incapacidade de análise, a vossa solução é melhorar a qualidade das listas. Ou o que propõem é andar para trás. Os senhores deviam saber, que a contabilidade é feita com um programa oficial e assinada por um TOC. As actas estão informatizadas e são publicadas. Qualquer cidadão pode aceder a tudo isto. Está tudo na lei. Os senhores não vão inventar a pólvora.
A junta já promove várias vezes no ano passeios e encontros prá 3ª idade e escolas. No associativismo todos têm sido apoiados, e não com faz de conta, mas com infraestruturas. Vejam-se as obras no campo de futebol, veja-se a ARGEVADI, o maior projecto de apoio social já em construção.
Se os idosos da freguesia medissem a tensão duas vezes por ano nas acções do PS, muitos não chegavam ao Natal. Sesta uma boa iniciativa de campanha, é pouco consistente e até caricata como proposta para um mandato. Quem sofre de hipertensão tem de a medir todas as semanas e a junta tem competências especificas e não se pode dedicar a tudo, nem correr o risco de se intrometer em áreas p´rás quais não tem competência, correndo até o risco de comprar problemas com outros serviços. Eu percebi a ideia, mas contém este risco. A juventude tem destas coisas.
A nível da facilidade da população no acesso a serviços, a junta funciona já com horário alargado e teve o mérito até de estabelecer um protocolo com os CTT. Como a população sabe(não os políticos), os elementos da junta já prestam auxilio como por exemplo no cumprimento dos deveres fiscais.
Termino com esta ideia: o que o PS tem para oferecer a Agivai é muito pouco. Seria muito difícil dar o meu apoio a esta lista, dada a falta de ambição, de manifesta incapacidade mobilizadora e acima de tudo, défice de ideias, ainda que se trate de um conjunto de pessoas jovens.
PS: Um excerto deste POST foi enviado como comentário ao Póvoa Semanário, tão somente uma opinião como muitas outras, livre de qualquer insulto, veremos se mais uma vez será cortado, tal como os muitos comentários desfavoráveis, feitos por várias pessoas na apresentação do Dr Renato à Câmara, que não foram publicados.

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sábado, 30 de maio de 2009

O que é que ele havia de dizer?

As primeiras sondagens davam 5 a 7 pontos de diferença entre PS e PSD. Hoje uma sondagem TSF dá empate técnico nos 30% entre os dois. Nem a agressiva máquina socialista, já a largar peças do fim de festa, consegue reverter a tendência negativa causada por politicas erradas e um mau candidato.

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Dadas as circunstancias, só uma junta PSD poderia resolver este imbrógio.

Apercebi-me da rotundização do país há uns vinte anos, numa ida a Évora, cuja via circular tem um bom punhado delas. Dai p´ra cá nunca mais ninguém segurou este movimento pró-rotunda. Algumas delas diga-se, de gosto duvidoso. Outras, onde se gastou uma pipa de massa com Cutileiros de 2ª categoria, onde se poderia ter resolvido o assunto com elementos naturais, como rochas, arbustos e relva.
O movimento rotundista, açambarcou também fontanários, chafarizes e outros mamarrachos usados como obra de fachada pré-eleitoral.
Muitas vezes a apregoada revitalização/beneficiação de largos e praças fez-se à custa de património histórico, trocando-o por traças minimalistas na moda, mas em muitos casos divergentes do contexto local.
O grave disto, além da descaracterização do espaço público, é a delapidação do erário e o desvio de recursos necessários em infraestruturas como saneamento e águas, vias de transporte e apoio social.
Apesar destas criticas, as rotundas quando introduzidas com critério, são uma óptima solução para desatar nós rodoviários e cruzamentos, onde por vezes um semáforo apenas agravaria o problema da fluidez.
Em Argivai, porém, não é esta a realidade. As infraestruturas básicas de águas-saneamento-repavimentação estão feitas (essenciais mas pouco valorizadas-não fazem vista) e as rotundas são escassas, apenas em redor do Feira Nova, parte delas pagas pela JM. No campo social a Argevadi suprirá as necessidades.
O que coloco aqui em discussão é a necessidade de uma rotunda no fim da Rua Sacra Família na intercepção com a nacional, no acesso ao centro histórico. Todas as semanas há ai acidentes, principalmente pela falta de visibilidade de quem sai da Rua do Tamanqueiro. É um ponto negro do concelho. A Junta tem feito todos os esforços para a sua construção, mas tem havido alguns obstáculos. Um deles, deverá ter sido um impasse na qualificação da área adjacente ao aqueduto, que vai p´rás calendas por o MC não ter orçamento, outro entrave poderá estar relacionado com contrapartidas ao Feira-Nova por cedência de terreno ao projecto.
Ao que parece, haverá novidades em breve, que serão divulgadas em tempo próprio.
Remato com esta certeza: indubitavelmente, nas actuais circunstancias, só uma junta PSD poderia resolver este imbróglio.

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O SITUACIONISMO

Manuela Moura Guedes ganhou recentemente um prémio de jornalismo. PÚBLICO vence prémio de melhor Diário Generalista. Precisamente os mais criticados e alvo de queixas na ERC e nos tribunais. É p´ró que está.
Para aprofundamento do tema consultar JPP no Abrupto e os estados de situacionismo.

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