quinta-feira, 29 de junho de 2017

Ponto final

A atitude de Salvador Sobral na gala de recolha de fundos para a catástrofe de Pedrogão foi desbocada e irrefletida.

O incidente não lhe retira méritos a ele como artista, nem valor ao evento.

O resto é do foro da conspiração e de um certo  provincianismo.

Ponto final.


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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Burocraciazinha

Há duas questões futuras importantes na criação de um evento: se ele vai seguir bom caminho e se ele se vai consolidar.

A câmara da Povoa tem conseguido fazer crescer e consolidar alguns como as Correntes e o São Pedro e lançar outros pelo mesmo caminho como os Dias No Parque ( DNP)

Há aqui mérito. Há apostas pifias, nem sempre se consegue apostar no cavalo certo; mas as coisas têm resultado. Os DNP crescem a olhos vistos, sendo hoje um caldeirão sociológico curioso onde todos têm lugar, o concelho mostra-se a si mesmo e aos de fora e em cada ano poderá ser aquilo que for melhor em cada tempo.

Mas isto é Portugal e em Portugal quando algo funciona bem, trata-se de arranjar uma burocraciazinha. O CDS já disse que é preciso um regulamento para atribuir barracas e eu até já aposto que na próxima reunião de câmara vai falar do terrorismo, dos planos de incendio da desratização, do transito e não deve ter tempo para mais.

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Onde pára Marcelo?

Inicialmente não achei piada  a Marcelo como candidato a Belém. Achei que não tinha perfil, por aquelas novelas da vida doméstica, em que por vezes encalhava.

Mas votei nele.

Hoje reconheço que as suas qualidades superam largamente alguma inconveniência.

É um estilo próprio. Sim, é. Tendo deixado o maquiavelismo pré eleitoral de lado, hoje aparenta ser genuíno e consensual. E  preferências à parte, tem a aprovação do povo.

Por estes dias emergem outras espumas. O Presidente anda pelos Açores. Mas nada é por acaso. É preciso lembrar a Trump que aquilo é Portugal, e que as Lajes têm um preço, e, há quem esteja disponível a pagar bem por ela !

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Será desta?

António Caetano, o vice de Elisa Ferraz é candidato à Vila. Será desta que o PSD ganha a Vila?

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quinta-feira, 1 de junho de 2017

TODOS SOMOS POVEIROS 2017

"A sala de congressos do Áxis Hotel Vermar ficou ontem (26 Maio) lotada na apresentação da recandidatura de Aires Pereira à presidência da Câmara da Póvoa de Varzim, pelo PSD. "Todos somos poveiros" é um lema que se repete assim como o mandatário das candidaturas (Macedo Vieira) e o líder da comissão de honra (Rui Faria). Também o cabeça-de-lista à presidência da assembleia municipal (Afonso Pinhão Ferreira) e  recandidatos a juntas de freguesia: Paulo João (em Rates), Fernando Rosa (Aguçadoura / Navais), José Araújo (Balasar), António Pontes (Laundos), José Armandino (Estela) e Carlos Maçães (Aver-o-Mar, Amorim e Terroso). A surpresa da noite, ou nem por isso, foi o anúncio de Ricardo Batista (ou Ricardo Silva, na designação de há quatro anos quando encabeçou a lista do PS) que concorre à União de Freguesias da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai. Para Daniel Bernardo que foi a aposta há quatro anos, Aires Pereira não dedicou uma palavra diretamente.  Ricardo Batista  diz que vai tentar concretizar as ideias que já tinha apresentado há quatro anos quando concorreu pelos socialistas. Mais a norte, Carlos Maçães disse aos jornalistas que a sua lista independente terá várias caras novas e manifestou o apoio total a Aires Pereira apesar de ter boas relações pessoais com o médico Miguel Fernandes – o clínico exerce em Aver-o-Mar - que é o candidato PS à Câmara. E não terá sido por caso que Aires Pereira dedicou grande parte do seu discurso a Aver-o-Mar, realçando as obras feitas na vila. E fez questão de mexer numa questão polémica para dizer que, com ele, nunca ocorrerá a abertura ao trânsito automóvel da marginal a norte do estádio do Varzim. O candidato do PSD não resistiu a mencionar as divisões nas estruturas locais do Partido Socialista e, no dia do arranque, fez questão de dizer que não está na corrida contra a própria vontade, mas sim porque gosta e acredita que pode fazer mais pelo município que, nos próximos quatro anos, terá investimentos a rondar os 50 milhões de euros. O presidente da Comissão Política Distrital, Bragança Fernandes, elogiou os autarcas da Póvoa e estabeleceu o perigo num concelho de maioria absoluta: a abstenção."  in Radio onda viva

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