sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Em época eleitoral não falta quem dê musica ao povo


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domingo, 1 de setembro de 2013

Infantis Do UDCA Vencem Super Taça


num jogo em que com alguma facilidade venceram o Estela por 4-1.

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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

FAZ FALTA UMA ECONOMIA LIGADA Á FLORESTA

Em Arqueologia há uma regra fundamental: só se recupera património se houver uma rentabilização, caso contrario degrada-se.

Ora transpondo esta regra para as florestas, significa que se a floresta tivesse uma boa gestão e criasse mais valor, com certeza não ardia. E é aqui que reside o problema.

Faz falta uma economia ligada à floresta, que compense aos proprietários investirem. Os incentivos só seriam recebidos para propriedades devidamente cadastrados e o interior ganhava gente. Uma lei adequada à realidade resolvia isto.

O resto é marginal. No entanto apraz-me dizer ainda o seguinte. Porque é que as forças armadas, nomeadamente o exercito não anda no combates aos fogos. As companhias de engenharia têm muita maquina pesada. Colocar a tropa durante o verão em vigilância  era importantíssimo. O estado deveria estar proibido de alugar meios aéreos - há suspeitas de compadrio nos contratos e até quem sugira mão criminosa incendiária ligada a esses contratos.

 Não se percebe todos os anos este desgoverno, que qualquer leigo verifica como flagrante.

Este ano morreram cinco bombeiros. Ultrapassamos o limite do aceitável. Mais a mais num pais onde o socorro é voluntário e por isso há falta de formação. O fogo é um assunto complicado, cujas situações físicas no terreno se alteram com facilidade, exigindo gente com muita experiência e uma capacidade de análise operacional avançada. Mandar voluntários de tenra idade para a frente desta guerra é condena-los. Pelas imagens admira como não acontecem mais incidentes.

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Turismo Poveiro Promovido no Aeroporto

A Póvoa de Varzim, dando seguimento ao trabalho de promoção externa desenvolvido pelo Pelouro do Desenvolvimento Local e pelo seu Posto de Turismo, que se tem focalizado na realização de ações “fora de portas”, promovendo o destino turístico e os principais eventos que se realizam no concelho, esteve presente na loja interativa da Turismo do Porto e Norte de Portugal, E.R., no aeroporto Francisco Sá Carneiro, numa ação promocional que decorreu de 12 a 19 de agosto.
Neste período de especial fluxo de turistas, quem procurou a loja deparou-se com exemplares da Camisola Poveira e dos Tapetes de Beiriz, apreciou pequenos apontamentos sobre S. Pedro de Rates, Cividade de Terroso e Alexandrina de Balasar. Pôde ainda apreciar um vídeo promocional da cidade que passou no videowall da loja de forma contínua.
Um dos momentos altos desta campanha aconteceu no dia 14 de agosto, véspera das caraterísticas festividades de Nossa Senhora da Assunção, onde com a presença da Vereadora do Desenvolvimento Local, Lucinda Delgado e com representantes da TPNP, ER, se realizou uma ação de promoção direta dos principais eventos a decorrer na nossa cidade, que incluiu também provas de degustação da rabanadas à poveira e de conservas de sardinha, que surpreendem sempre de forma muito positiva todos os turistas, que puderam ainda apreciar o trabalho ao vivo de uma artesã da camisola poveira.

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sábado, 24 de agosto de 2013

A CASA PAROQUIAL

Terminadas as obras da casa paroquial, faz alguns meses, é tempo de tratar das acomodações: se alguém tiver bom recheio que queira doar, penso que o Sr. Padre Avelino agradece. Na remodelada casa funcionará o cartório, o arquivo paroquial e ainda a catequese. Junta-se o salão anexo Vila Argivadi, sobre o qual foi feito um protocolo com a paróquia, para que o espaço seja usado em eventos da freguesia. O conjunto fica completo com a transformação do quintal num parque infantil com todos os requisitos de segurança.


Numa Junta em que o governo esteve todo o tempo dependente da Assembleia, foi difícil aqui chegarmos. Se a oposição à Junta (PS e UEA) num primeiro momento, bradou ser necessário investir na casa paroquial propriedade da freguesia, num segundo momento colocou muitos obstáculos: ora era o muro que se não podia curvar, ora uma varanda desconforme à lei que se deveria manter. Não fora a persistência da Junta e seu presidente Augusto Moreira, e ainda hoje se discutia o sexo dos anjos em detrimento do avançar da obra. Está feito. Parabéns aos argivaenses!






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